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"Achados e perdidos": segurança e economia

OCA centraliza setor de Achados e Perdidos na Capital

Perder um documento ou um objeto é muito ruim. Mas é um alívio quando é encontrado. Na OCA, para quem não sabe, existe o serviço de Achados e Perdidos, que, somente este ano, já recebeu mais de 800 itens.

Se você perdeu algo ou encontrou um objeto ou documento de alguém, sabe qual é o primeiro lugar a procurar? A OCA. O local que concentra vários serviços públicos também abriga um setor que ajuda a entregar ao cidadão, o que foi perdido por aí. Esse espaço fica no Balcão de Multiserviços.

Ana Cristina Guedes trabalha no setor e acredita que, na maior parte dos casos, a distração é a causa do transtorno de quem, por exemplo, perde um documento. "A maioria é por falta de atenção. Às vezes, aqui, a gente vê as pessoas deixarem cair e vão embora. É descuido, falta de atenção", opina.

O documento de identidade, o RG, é o campeão entre os itens que estão armazenados no Achados e Perdidos. Depois, vem carteira de habilitação, CPF e cartão de crédito. Muitas pessoas perdem a carteira, nova ou velha, com todos os documentos dentro.

Ana Cristina também acompanha de perto a satisfação de quem encontra o que procurava. "Teve um cidadão que perdeu um documento, a gente entrou em contato com ele e ele veio aqui e se ajoelhou emocionado, agradeceu bastante. Então, isso é uma satisfação muito grande para nós, podermos devolver o documento para o cidadão", relembra.

Como a Ana relatou, o setor não serve apenas para abrigar coisas, mas também para tentar localizar quem perdeu seu pertence.

"Através dos órgãos parceiros, a gente pesquisa o contato do cidadão, entra em contato e avisa que o documento está aqui conosco. Infelizmente, nem sempre os contatos estão atualizados no sistema", explica a assessora técnica de gestão da informação da OCA, Herlen Duarte.

Antes de existir o Achados e Perdidos da OCA, as rádios e outros veículos de comunicação eram os locais procurados pela população para deixar o que se encontrou ou para procurar o que se perdeu.

Mas, no Terminal Urbano, ainda funciona um ponto como este. É a Rádio Flora. O radialista Sales Júnior ajuda na divulgação do que é encontrado. Em média, são deixados na rádio, por semana, 35 objetos e documentos que são direcionados à OCA.
"Esse é um ponto de referência, hoje não porque a OCA está centralizando esse serviço, mas antigamente tudo que era achado era entregue aqui. Então, nós tínhamos um setor que parecia um museu. Com a OCA, agora aqui tá mais leve", afirma o locutor.

O radialista já recebeu todo tipo de material, além, é claro, dos tradicionais documentos perdidos. "Aqui você vê chupeta, mamadeira, fralda, perfume. É uma variedade, das coisas mais incríveis", explica.

O radialista brinca, dizendo que o que não se perde é dinheiro. Mas, na rádio Flora, o que mais chega são documentos.

Na OCA, este ano, já foram recebidos 800 objetos que ficaram à disposição no setor de Achados e Perdidos. Desse total, até agora, quase 300 itens foram devolvidos.

"O principal objetivo em criar esse projeto do Achados e Perdidos aqui na OCA foi a questão do cidadão ganhar tempo para não ter que vir aqui solicitar uma segunda via da identidade e também para não ter gastos. Hoje, para tirar uma segunda via da identidade custa vinte e oito reais e, a partir da terceira via, já são cinquenta e sete reais. Então, é uma grande economia", completa, Herlen Duarte.

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