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Feirão da Caixa: clientes acham "entrada alta"

1,8 mil imóveis são ofertados para clientes da região

A aposentada Myla Castro procura um imóvel desde 2010. E neste sábado foi determinada a conseguir, no Feirão da Casa Própria promovido pela Caixa em Rio Branco. O evento aconteceu no Centro de Convenções da Ufac. Com o filho Maciel, Myla procurou o melhor negócio. "Eu quero pagar uma parcela que eu possa pagar, por que é ruim viver na casa dos outros", disse.

Segundo o filho da aposentada, a tarefa iniciada há 8 anos não é fácil, por uma série de fatores. "Tem alguns requisitos que são pesados, principalmente a questão de idade, questão financeira como proporção de parcela. Hoje minha mãe está numa condição melhor e a gente procurou o espaço pra tentar um imóvel pra ela", explicou.

O evento ofertou mais de 1800 imóveis novos ou usados com promessa de taxa reduzida e condições facilitadas.

"Nosso Feirão da casa própria está com mais empresas, mais ofertas de produtos e serviços, a equipe Caixa está fazendo as avaliações todas online, proporcionando para o cliente a aprovação aqui no ambiente da feira. Então o cliente visita os stand's e aí vem ao stand, a gente faz a avaliação e ele sai daqui com financiamento aprovado e se for o caso assinado com o parceiro que está expondo", afirmou o superintendente da Caixa, Marcio Fiod.

O que a maioria dos clientes questiona é a entrada para adquirir o imóvel, muitas vezes na planta ou para ser entregue com prazo menor. Caso por exemplo do aposentado Raimundo da Silva. No caso dele, para o imóvel pesquisado de R$ 130 mil, a exigência é de uma entrada de R$ 26 mil.

"Esses R$ 26 mil nem todo mundo tem É muito difícil. Agora se fosse, por exemplo, a Caixa ou imobiliária financiar tudo ou a imobiliária fosse fiel depositária dos 26 mil para o cliente, seria bem melhor agora a senhora dar R$ 26 mil é muito difícil quem se arrisca, pra receber a casa em dezembro", disse.

Mas os corretores, que nesse mercado são como facilitares afirmam que não é tão complicado quanto parece. Segundo Hugo Conde, o sonho da casa própria é possível, mesmo em tempos de crise.

"O que geralmente dificulta o negócio é o próprio pensamento que é difícil. As pessoas imaginam que é uma coisa muito difícil. Mas, na verdade, não é um bicho de sete cabeças assim. A outra parte que encontramos é que aqui e ali a pessoa tem uma conta de luz, telefone atrasada, que é tão simples de resolver e sai seu nome dos cadastros de proteção ao crédito e você fica livre pra poder negociar com os bancos que basicamente, financiamento habitacional tem que ser via banco, pelo volume de dinheiro", explica.

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