Domingo, 26 de Maio de 2019
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Fieac lança campanha "Reage, Indústria"

Federação busca apoio econômico para empresários

A Federação das Indústrias Estado Acre (Fieac) realizou na manhã desta terça-feira (14) o lançamento da campanha “Reage, Indústria”. Na ocasião, a direção da Fieac concedeu entrevista coletiva à imprensa na intenção de chamar atenção das autoridades públicas para os problemas que o setor vem enfrentado por falta de apoio econômico.

Os problemas são muitos. A Fieac sofre com um dos piores períodos de sua história recente. Em praticamente 30 anos, o setor está com falta de manutenção dos seus distritos e parques industriais do estado.

Em Rio Branco, a situação é caótica. O Parque Industrial, localizado no Segundo Distrito, já apresenta os danos logo na entrada. As ruas estão completamente esburacadas. Para chegar até as empresas, é preciso paciência.

Além disso, falta iluminação pública e segurança para quem trabalha no local. As primeiras instalações dentro do parque começaram em 2002. Em sua melhor fase, o espaço gerou 2200 empregos diretos. Hoje, apenas 50 empresas resistem aos problemas e continuam as atividades. 18 empreendimentos foram abandonados por falta de apoio e estrutura.

No Distrito Industrial, próximo ao bairro Universitário, o cenário é o mesmo. Ruas com pouco acesso, sem iluminação, empresas fechando, matagal e falta de segurança. É comum encontrar lugares assim: uma empresa funcionando e do lado uma que precisou fechar as portas por não ter mais condições de continuar os serviços.

Com quase 50 anos de existência, o distrito possui hoje 106 indústrias, de variados serviços. Mas a ocupação de casas em um lugar que era destinado somente a empreendimentos, está cada vez mais comum.

Outra atividade que passa por esses desafios de continuar funcionando, mesmo longe desses espaços já citados, é a extração de areia, no leito do rio Acre, “todas as empresas que atuam no Acre são legalizadas. por estarem no entorno do rio tem dificuldades nos seus acessos, alguns ramais por serem beira de rio dependem de uma melhoria de pavimentação”, explicou o presidente do Sindmineral, João Paulo Pereira.

Por meio da diretoria, em busca de alternativas para este setor da economia, a Fieac já até traçou estratégias para pedir apoio do poder público. “Vamos ser propositivos, vamos propor que o governo faça as recuperações, ou a prefeitura, ou a Suframa, entregue isso para os empresários e nós tenhamos a condição de cuidar,” disse o presidente da Fieac, José Adriano Silva.

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