Servidores protestam em frente ao Depasa nesta terça

Eles reivindicam melhores condições de trabalho

Os servidores se reuniram em frente ao Departamento de Pavimentação e Saneamento, Depasa, no centro de Rio Branco na manhã desta terça-feira (11). A manifestação era para pedir melhores condições de trabalho. Além disso, os trabalhadores alegam que a data base para correção salarial não é reajustada há cinco anos.

“A situação hoje do saneamento do estado do Acre é muito complicada e nós estamos reunidos com os trabalhadores SAERB que são uma das categorias que compõe o saneamento do estado, a precarização, a falta de condição de trabalho, inclusive, o sindicato tem denúncia no Ministério Público Federal de alguns anos e tem situações que sequer tem um banheiro para fazer as necessidades, constantemente os trabalhadores estão sendo assaltados e sem contar a questão salarial, já tivemos várias reuniões, eles prometem e não cumprem”, disse o presidente do sindicato dos urbanitários, Marcelo Jucá.

Esses servidores são da prefeitura, por meio do serviço de água e esgoto, SAERB, mas foram cedidos ao estado ainda na gestão do então prefeito Raimundo Angelim.

“Por enquanto são duas situações, a última reunião que nós tivemos com ele nós decidimos de ver essas duas situações porque também sabemos que tanto o município quanto o estado também está em uma situação não muito boa, mas a situação do servidor é que está mais precária ainda, o nosso índice inflacionário está chegando em 30%”, explicou o diretor do sindicato dos urbanitários, Mauricélio França.

Depois de ficarem em frente ao Depasa, os manifestantes subiram até o prédio para falar com o Diretor-Presidente Zenil Chaves. O gestor disse que já conversou com os servidores e que reconhece que é preciso melhorar a estrutura, mas reformas já estão sendo realizadas.

“Realmente a situação está precária como na ETA 1, estamos reformando a ETA 1 porque estava muito precária e estamos com um projeto para estarmos reformando a ETA 2 para ter uma condição de trabalho mais adequada, só que sabemos que as coisas não são da noite para o dia”, concluiu Zenil.