Programa “Medicamento em casa” já atende 246 pacientes

Atendimentos estão sendo realizados em três etapas

Com o objetivo de facilitar a entrega de remédios para um determinado grupo de pacientes, o programa “Medicamento em casa” foi lançado no dia 23 de agosto em Rio Branco. O investimento de implementação foi de pouco mais de R$ 150 mil.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, responsável pelo programa, hoje estão cadastrados 246 pacientes. Essas pessoas já tinham acesso aos remédios por meio da assistência farmacêutica, mas a novidade é que agora elas não vão mais precisar nem sair de casa para receber a medicação.

A implantação dos atendimentos será realizada em três etapas. Na primeira fase (atual), é realizado o cadastro dos pacientes acamados, cadeirantes e idosos. No segundo momento, que deve ocorrer em janeiro do ano que vem, será a vez dos portadores de doença de Parkinson e de osteoporose com mais de 65 anos. Encerrando a implantação, em junho de 2020, a terceira fase deverá atender pessoas portadoras de doença renal crônica.

Para ter acesso ao programa e realizar o cadastro, o paciente precisa apresentar identidade, CPF, cartão do SUS, comprovante de residência, receita médica original, em papel timbrado com nome do paciente, nome, apresentação e dosagem diária do medicamento, assinatura e carimbo com o número do CRM, além do laudo médico atestando as condições do paciente como domiciliado ou acamado.

O Secretário Municipal de Saúde, Oteniel Almeida, já comemora os primeiros resultados do programa, mas esclarece que, além da receita precisar ser renovada a cada três meses, não são todos os remédios que podem ser entregues dessa forma.

“É importante ressaltar que os medicamentos são aqueles de uso contínuo, os medicamentos de uso controlado não pode ser entregue em domicílio, tem que ser retirado na unidade com a presença do profissional farmacêutico. Tem algumas pessoas que estão nos procurando para remédios controlados e não é possível fazer essa entrega, apenas os medicamentos de rotina para facilitar essas que têm dificuldade de locomoção”, concluiu o secretário.