Quarta-Feira, 13 de Novembro de 2019
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Ricos ampliam concentração de renda no Brasil

50% da população tem rendimento médio de um salário mínimo

Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, divulgado nesta quarta-feira (16), aponta que em 2018, 1% da população com maiores rendimentos era de R$ 27.744, o que equivale a quase 34 vezes o rendimento dos 50% da população com rendimentos menores (R$ 820,00).

Em estudo paralelo, a Fundação Getúlio Vargas – FGV e Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílio – PNAD, verificou um aumento por longo período de desigualdade social entre 2014 a 2019. A renda do trabalho da metade mais pobre da população caiu 17,1%, enquanto dos 1% mais ricos subiu 10,11%.

Outro destaque do IBGE é o aumento no Norte (10,2%) e Nordeste (12,2%) do percentual de pessoas que recebiam outros rendimentos (seguro-desemprego, programas de transferência de renda do governo, rendimentos de poupança etc.) acima da média nacional (7,7%). Ou seja, acréscimo de despesa com auxílios diversos para as populações destas regiões por parte do governo federal.

Já o Acre, em levantamento da consultoria Tendências divulgado dia 09 de outubro de 2018, pelo jornal “Valor Econômico”, mostrou que a miséria do Estado havia dobrado entre 2014 e 2017. No período pesquisado, a proporção de famílias vivendo na extrema pobreza saiu de 5,3% para 12,2%.

Se associado a PNAD contínua do IBGE do 2º semestre de 2019 que aponta o Estado com decréscimo de trabalhadores empregados, hipoteticamente, o quadro de pobreza e concentração de renda converge para o cenário nacional.

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