28 Setembro 2017 Written by 

Mas, Eber Machado não exagerou apenas por exigência do governo. É que ele está de mala pronta para se mudar para o PDT, partido do secretário de Segurança, Emylson Farias.

Despenca

A aprovação do presidente Temer caiu ainda mais. Pela última medição, só aprovam a gestão, os ministros e deputados dele e 3% da população. O restante passa mal só de ouvir o nome do cidadão que ora ocupa a presidência.

Resultados

Podem falar o que quiserem do articulador do governo, Cesário Braga, menos que é incompetente. Mal o moço assumiu a função de ser o interlocutor entre a Casa Rosada e a base do governo para as coisas mudarem.

Resultados II

Não se sabe que argumentos Cesário usou, o certo é que tirou a base do governo da zona de conforto. A ordem agora é não deixar as acusações sem respostas. Até então, a oposição ao governo deitava e rolava. Apenas o líder do governo se manifestava (e nem sempre isso acontecia). E, ocasionalmente, o líder do PT. A ordem agora é: vão todos para o confronto.

Problema

Cesário vai ter problemas para dilapidar o deputado Éber Machado (PSDC), que precisa ser mais convincente... menos teatral. Parabenizar o secretário de Segurança quando todos o criticam e ainda beatificar Emylson Farias como a ilação de que o gestor expõe a própria vida para defender a população, soou pesado.

Motivo

Mas, Eber Machado não exagerou apenas por exigência do governo. É que ele está de mala pronta para se mudar para o PDT, partido do secretário de Segurança, Emylson Farias. Tem que mostrar currículo e levantar a moral do companheiro.

Ser grande

O presidente do Banco da Amazônia mantém o vício de ter o pé no chão quando o assunto é gestão empresarial. Sobre a euforia do governo em torno da abertura do mercado peruano para exportações de carne de porco, Marivaldo Melo foi cirúrgico: “É preciso ter a compreensão de que as empresas não nascem grandes”, ensinou. “Não é possível dar um passo além do que a perna pode alcançar”.

Há linhas

Marivaldo negou a informação de que o Banco da Amazônia não tem linhas de crédito para custear a ampliação de agricultores integrados. “Temos, sim”.

Falta produzir

O Dom Porquito, frigorífico de Brasileia formado pela parceria associativa de capital privado, público e participação comunitária, tem clientes nos estados de Rondônia, Roraima e Manaus. Opera com uma produção ínfima: abate entre 150 e 180 cabeças por dia, embora tenha capacidade para abater 1,6 mil cabeças diariamente em dois turnos de trabalho.

Falta produzir II

Este ano, o Dom Porquito já viveu um drama que dá dimensão de como é o gargalo de quem teima em produzir no Acre: para garantir o atendimento dos pedidos a estes clientes em estados do Norte, o frigorífico acriano teve que comprar porco do Mato Grosso. Só por esse exemplo, é possível perceber o tamanho do desafio de entrar no mercado peruano.

Dor do crescimento

São as dores do crescimento. O fato é que dia 30 de novembro o governador Tião Viana assina todos os protocolos e o comércio de carne de porco entre o Acre e o Peru pode se efetivar.

Atração

É verdade que se tudo ficar por conta do Governo, o projeto de ampliação rumo ao mercado peruano não vai deslanchar. O Acre passa, teoricamente, a ser um dos “players” do comércio da carne suína. Internamente, quem não deve estar nada contente são estados de Minas Gerais e Santa Catarina. Quem sabe não esteja aí a semeadura para atração de capital de empresas do Sul e Sudeste para o Acre?

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