09 Outubro 2017 Written by 

Por uma questão de responsabilidade com a gestão pública, o Acreprevidência terá que subir nos palanques virtuais da campanha de 2018? O que o seu candidato pensa a respeito, leitor?

Descartando

O deputado federal Alan Rick diz que não vai utilizar os recursos do Fundo Eleitoral na campanha de 2018. O deputado precisa urgentemente explicar para a sociedade como pretende se eleger. Ele descartou o apoio das mais de 70 igrejas da Universal. Descartou o Fundo. Desse jeito vai ficar sem dinheiro e sem eleitor.

De volta

Mauro Bittar, velha raposa da política acriana, está de volta à taba, depois de longos anos de exílio. Ele fixou residência em Rio Branco de novo. É o velho PMDB se reunindo. Só falta o Abrantes.

Briga

A briga entre os Vieira do PSDB de Sena e o senador Gladson Cameli (PP) começou na campanha municipal. Gladson apoiou descaradamente Mazinho Serafim (PMDB), quando Toinha era também candidata e apoiava a candidatura Gladson Cameli ao Governo do Estado.

Desmedida

Gladson Cameli, no palanque de Mazinho Serafim, referiu- se a Toinha Vieira da seguinte maneira: “Tem uma mulherzinha aí, dizendo que fez tudo em Sena Madureira, quando foi prefeita. Mentira! Quem fez foi o meu tio Orleir Cameli, quando era governador”.

Magoou

O tratamento magoou profundamente o casal Vieira que alega que, em apenas 2 dos 6 anos em que administrou a cidade, Toinha trabalhou com verba do Governo do Estado. Gladson disse que, se o casal quiser conversar, está à disposição. Mas, pelo tamanho da mágoa, nem se o candidato ao governo se ajoelhar em praça pública e pedir perdão, essa conversa acontecerá.

Mais...

Carlos Vale, presidente municipal do DEM de Sena Madureira, é outro que seguindo o exemplo do casal Vieira, pegou o caminho da FPA. Ele foi visto na plenária da Frente Popular em Sena, no final de semana.

... dissidência

PSDB e DEM, de Sena Madureira, pelo andar da carruagem política, vão mesmo apoiar a candidatura Marcus Alexandre (PT), ao Governo do Acre. Carlos Vale diz que nem o prefeito Mazinho Serafim (PMDB), nem senador Gladson Cameli (PP) o convidam para eventos políticos. Pisam, depois reclamam.

Ressuscitados

Não é só o PMDB e o PP que estão ressuscitando políticos enterrados há anos. O PSDB também entrou nessa onda e se prepara para lançar (de novo) Sérgio Barros para deputado federal.

Não duvidem

Tinel para conselheiro do TCE, no lugar de Valmir Ribeiro que sai para vice de Gladson Cameli? Não duvidem!

Aurora

Executivo da Cooperativa Central Aurora Alimentos veio ao Acre a convite do Governo do Estado participar de um encontro para discutir sistema de organização focado para agroindústrias. Sandro Tremea veio na quinta e voltou na sexta para Santa Catarina. Fonte ligada ao Governo do Estado garante que houve surpresa com o que foi visto aqui na região do Vale do Acre.

Isca

O encontro para discutir cooperativismo, na verdade, acaba servindo como isca. O que o Palácio Rio Branco sonha, de fato, é tornar empreendimentos como Acre Aves, Dom Porquito e Peixes da Amazônia parceiros de cooperativas já consolidadas no mercado.

Vantagem comparativa

No longo prazo, o que chama atenção de alguns empreendedores do Sul e Sudeste do país é que, em um raio de 750 quilômetros, a partir de Rio Branco, há um universo de 30 milhões de consumidores, praticamente isolados das grandes empresas brasileiras. Caso os gargalos do setor produtivo no Acre sejam resolvidos em 10 ou 15 anos, há possibilidade de conquistar mercados.

Mas...

Mas, isso não acompanha calendário eleitoral. É um tempo regrado pelas relações de mercados. Não pelas relações de voto. E é isso que, em muitas ocasiões, o Palácio Rio Branco tem dificuldade em entender.

Mestrado

Centro de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Federal do Acre formaliza, até o fim do mês, pedido para abertura do curso de Mestrado em Economia na Ufac. Inicialmente, o pleito é para 20 vagas com duas Linhas de Pesquisa: Economia do Meio Ambiente e Recursos Naturais e Desenvolvimento e Políticas Públicas.

R$ 30 milhões

O próximo governador do Acre deve estar preparado para administrar uma bomba. Ela se chama Acreprevidência. Técnicos ligados ao Governo do Estado já calculam um déficit de R$ 30 milhões mensais.

Responsabilidade

Esse tema vai ter que subir nos palanques virtuais da campanha do ano que vem. Quem não tiver o mínimo de responsabilidade na condução do sistema de previdência vai promover o caos. Desde a gestão do ex-governador Jorge Viana, passando por Binho Marques e descambando na administração de Tião Viana, o Acre previdência sempre teve lugar de destaque nas finanças públicas. É fato. Precisa ser reconhecido.

Insegurança

E a tendência do problema é piorar. A conta não fecha. O Acreprevidência tem 14 mil beneficiados que geram uma despesa de R$ 57 milhões. Os atuais 25 mil servidores geram receita para o sistema de previdência estadual de apenas R$ 27 milhões. E dois mil estão à beira da aposentadoria.

Por isso...

Por esse quadro dramático que o Governo do Acre precisa apostar alto em tornar os empreendimentos da agroindústria viáveis. É preciso aumentar a receita do Estado, fazer a economia aquecer. Caso contrário, vai chegar o dia que o aposentado vai ao caixa sacar o dinheiro do Acreprevidência e não vai ter nada a receber.

O quê?

O que o seu candidato ao governo pensa sobre o assunto, leitor?

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