08 Janeiro 2018 Written by 

O apresentador Edivaldo Souza, que já foi deputado estadual pelo PSDC, assegurou que não vai disputar eleição em 2018. “Não há política que cubra essa minha tranquilidade de hoje”.

Livres

E o Livres, finalmente, está livre para apoiar Jair Bolsonaro. Parece piada, mas não é. O Livres, movimento político que atuava dentro do PSL, saiu do partido porque Bolsonaro entrou. Mas, aqui no Acre, o Livres continua apoiando o coronel Ulysses que é ligado ao Bolsonaro. Entendeu?

Blefe

Aliás, falando em Ulysses, há quem aposte alto que o nome de Ulysses circulando na política como possível candidato a cargo majoritário é parte de uma estratégia mais velha que andar pra frente: na hora H, candidata-se a deputado com possibilidades reais de ser eleito.

Abastados

Nossos políticos abastados mantêm negócios só fora do Acre. Os da situação têm usinas geradoras de energia elétrica e loja da Kya em Brasília. Os da oposição uma rede de motéis. Para o acriano, nem emprego. Mas, em época de campanha, faltam mãos para apertar.

Função

Essa foi ouvida hoje, em uma conversa entre dois militantes da oposição: “A função do Marcio Bittar nessa eleição é pegar dinheiro e acabar com o Petecão”. Sem comentários. Apenas reproduzindo a frase ouvida. Ou seja, vendendo o peixe pelo preço comprado.

Eleitos

Há muitos deputados de oposição que apostam na vitória de Petecão (PSD) e Ney Amorim (PT). Um dos fatores responsáveis pela vitória de Ney é o fato de que consegue arrebanhar votos tanto da situação quanto da oposição, diferente do colega Jorge Viana que deve sofrer com a candidatura de Minoru Kinpara (REDE).

Tumultuando

Minoru não leva, mas tumultua o jogo. Ele vai tirar os votos de Jorge Viana na universidade. As candidaturas dos demais não sofrerão com a candidatura do reitor da Ufac, pelo simples motivo de não terem votos no ambiente estudantil.

Na grana

Por onde se passa, no interior do Estado, a frase mais ouvida é: “Se pagar, eu voto”. O eleitor virou mesmo mercenário “no último”. Portanto, quem tiver mais dinheiro leva a eleição. Dizem que a máquina do Estado tem quase R$ 1 bi batendo à porta. Resultado de empréstimos. Se um percentual for destinado à campanha... se houver alagação com suas dispensas de licitação...

Garante

Flaviano Melo (PMDB) é um dos candidatos a deputado federal mais fortes. Há anos ele conta com um “mecenas” de peso. Eliseu Padilha é o homem por trás de Flaviano. Com eles é assim: “Vai que o Padilha garante!”.

Espocou

Quem viu a deputada Jéssica Sales (PMDB) em campanha, nos comícios, achou que ela arrebentaria na Câmara dos Deputados. Mas, à sombra de Flaviano Melo, a moça implodiu. Flaviano volta. Jéssica? Dificilmente!

Como?

O deputado Nelson Sales, oficialmente, ainda é do PV, apesar de ter anunciado desfiliação. Na ocasião, o PV concedeu a liberação, mas, nada foi protocolado. O parlamentar ficou quietinho no canto dele e nem buscou a filiação ao PP, conforme anunciado. É aquela história: se der errado, tô do lado de cá!

Vai acabar

Políticos experientes do Estado aconselham os deputados da base de sustentação a abrirem o olho. Segundo eles, o governador tem por hábito acabar com sua base. Foi assim na eleição passada, quando apenas a deputada Maria Antônia (PROS) se reelegeu e isso porque tinha uma base em Rodrigues Alves fora do alcance dos tentáculos do Executivo. Na hora H, o governador prioriza os do PT e o resto que se lixe. E, os do PT que vão contar com o apoio são: Daniel Zen, Lourival Marques e Jackson Ramos.

“Não serei”

O apresentador Edivaldo Souza, que já foi deputado estadual pelo PSDC, assegurou que não vai disputar eleição em 2018. “Não serei candidato”, prometeu. “Estou muito tranquilo, muito calmo, com minha vida muito tranquila”, diz, não pedindo segredo a ninguém.

Conversas

Desde o ano passado, Edivaldo fez conversas com lideranças da Frente Popular em um ensaio de articulações políticas que poderia levar o apresentador do programa de maior audiência da tevê acriana de volta à Aleac. Ou a outras tribunas mais relevantes. Mas, pelo visto, ele está irredutível: “Não há política que cubra essa minha tranquilidade de hoje”. Feito o registro.

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