Sexta-Feira, 20 de Setembro de 2019
22 Maio 2018 Written by 

Essa onda dos vereadores realizarem uma audiência pública para debater o transporte coletivo é tardia e inócua. Afinal, o que querem os nobres que abriram mão do direito/dever de decidir sobra a tarifa?

 

Intervenção

É bom o Governo do Estado não brincar com esse pedido de intervenção federal no Acre por conta da violência. Alguém avise ao governador que Gehlen Diniz (PP) é o segundo maior defensor de Gladson Cameli (PP) que, por sua vez, é muito próximo de Michel Temer (MDB). Sem contar que, para a candidatura de Gladson, a intervenção seria uma mão na roda.

Defensor

Foi dito que Gehlen é o segundo maior defensor de Gladson porque o primeiro é disparado o cunhado do candidato, Nicolau Júnior (PP), que sempre que usa a tribuna para falar várias vezes o nome de “Gladson”.

Briga de Foice

Disputa por vagas de deputado federal é briga de foice em Sena Madureira. Nelson Sales (PP), Charlene Lima (PTB) e Cristóvão Moura, ex-Deracre são considerados os candidatos do município. Cristóvão entra nessa lista porque o pai dele é médico em Sena Madureira há muitos anos. O terceiro maior colégio eleitoral do Estado é considerado o mais difícil para os candidatos conseguirem votos.

Briga de foice II

Além dos candidatos naturais, ainda tem os candidatos da prefeitura, Marivaldo Melo (PSD), Flaviano Melo e Jéssica SaLes (MDB) e os da Frente Popular que sempre tiram uns votinhos: César Messias (PSB) e Raimundo Angelim, Léo de Brito e Sibá Machado.

Voltando ao assunto

Cristóvão Moura não é bem visto nas hostes do PT. Excetuando o governador Tião Viana (PT), parece que ninguém mais gosta do moço. Os adjetivos que usam para qualificar o rapaz são os piores possíveis.

Fora

A Prefeitura de Rio Branco não vai colocar sua estrutura a serviço da campanha de César Messias, mesmo ele sendo o único candidato a deputado federal do partido da prefeita Socorro Neri.

Tarde

Essa onda dos vereadores realizarem uma audiência pública para debater o transporte coletivo é tardia e inócua. Afinal, o que querem os nobres que abriram mão do direito/dever de decidir sobra a tarifa? Parece que só tomaram essa decisão por vergonha, porque a Assembleia Legislativa que, em tese não tem nada a ver com a história, marcou a sua audiência sobre o tema para esta quarta-feira (23).

Viajando

O vereador Eduardo Farias (PCdoB) não consegue juntar o lado pessoal inquestionável com a atuação política, muito criticada. O vereador que assumiu a triste função de defender o prefeito Marcus Alexandre na questão da discussão do transporte coletivo quando a Câmara decidiu se eximir da responsabilidade de decidir sobre os aumentos, usou a tribuna para defender a eleição de Nicolau Maduro na Venezuela. Talvez o nobre devesse se candidatar ao Parlasul.

Voo solo

O presidente do diretório estadual do PDT, Luiz Tchê, tornou pública a formação de uma chapa para disputar eleições proporcionais à Câmara Federal. O grupo formado por PDT, PSDC e PMB quer eleger dois deputados. Tchê diz com um otimismo quase exagerado que “um já é certo”.

16

Só o PDT deve entrar no jogo com 16 nomes, com destaques para os nomes do deputado estadual Eber Machado e do presidente da Fieac, José Adriano.

Cálculos

Nos cálculos do otimista Tchê, o partido tem hoje 65 mil votos. Para chegar aos objetivos anunciados, necessita de mais 25 a 30 mil votos novos. Não se sabe exatamente em qual mundo Tchê se abastece de tanto otimismo. Mas, de qualquer forma, é um veterano da política que ainda encontra algum motivo para empolgação. A perspectiva de poder empolga mais que o poder em si.

Cautela

O presidente do diretório estadual do PT e um dos coordenadores da campanha de Marcus Alexandre, André Kamai, é mais cauteloso em relação ao processo de formação de chapa, relaciona a construção das chapas proporcionais à eleição majoritária e sempre reforça o papel do enigmático “Conselho Político da Frente Popular”. É papel de Kamai acalmar os ânimos. Mas, quando se trata de eleição proporcional, vale mesmo é o já conhecido “É cangaço!”

CEL

O Centro de Estudos de Línguas é uma das poucas ações na área de Educação criadas pela gestão de Tião Viana que veio para ficar. Independente de quem vença a eleição de outubro, só um governante com pouco juízo acabaria com esse programa que oferece ensino de inglês, francês, italiano, castelhano e até hãtxa kuin, do povo huni kuin, de graça. É conhecimento para quem não tem condições de pagar escola particular. Passaram pelo centro 52 mil pessoas, calcula o Governo.

CEL 2

É um dos êxitos da gestão de Tião Viana na Educação. Um dos raros sucessos na área. Os estudantes, se souberem valorizar a iniciativa, deveriam provocar os candidatos a se comprometerem a manter o programa.

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