11 Junho 2018 Written by 

O Palácio Rio Branco manobrou e conseguiu desfazer a chapinha formada por PMB, PSDC e PDT. O Partido da Mulher Brasileira deixa de estar sob o comando de Alexandre Damasceno e passa para uma pessoa de extrema confiança de Tião Viana.

Susto

População viu com apreensão o desabafo do diretor do Procon contra o mau atendimento na Unimed, feito nas redes sociais. Com um pico de pressão, Diego Rodrigues, usuário da Unimed, passou horas na ante-sala sem conseguir atendimento. Irritado, ele reclamou nas redes sociais, levando a população a questionar: “se o diretor do Procon não consegue fazer nada além de reclamar nas redes sociais, o que o resto da população pode fazer?”

Histórico

Mas, a estranha relação entre o Procon e a Unimed vem de longa data. Na época em que Silvana Maués era diretora do órgão, até um vídeo promocional, em que apareciam os funcionários do Procon fazendo propaganda da Unimed foi veiculado nas emissoras de tevê. O vídeo foi retirado do ar, quando Silvana soube da proeza.

Inócua

Tentativa de justificar o aumento da tarifa de ônibus não deu certo e a prefeita Socorro Neri pode preparar-se para muita dor de cabeça. Hoje mesmo o advogado Gabriel Santos entrou com uma ação na Justiça pedindo o cancelamento do aumento autorizado pela prefeita. A coisa ainda vai render muito.

Consequências

O deputado Manoel Moraes (PSB) ainda está pagando pela ideia de homenagear as quadrilhas juninas em uma sessão solene na Assembleia Legislativa. O povo relembra a apreensão de um caminhão boiadeiro transportando merenda escolar no meio das fezes de gado. Moraes distribui merenda escolar para a rede pública em 9 dos 22 municípios do Acre.

Gladson até debaixo d’água

O prefeito André Maia (PSD de Senador Guiomard) que andou ensaiando apoio à candidatura de Marcus Alexandre (PT) foi “chamado na real”, pelo senador Sérgio Petecão e agora é Gladson até debaixo d’água.

Difícil

André Maia é candidato à reeleição no município mais difícil de se fazer política. Em Senador Guiomard, o resultado da eleição não tira ninguém do palanque e a vida íntima dos políticos é exposta em cartas anônimas que são distribuídas na calada da noite.

Corda

Os militares de todo o país pegaram corda com os pedidos de intervenção militar. Os mais assanhados queriam assumir o poder na marra. Os mais cautelosos preferiram surfar na onda e chegar ao poder pela inquestionável forma do voto. Nada menos que 600 militares estarão disputando vagas legislativas e executivas na eleição deste ano.

Sem empolgação

Esta é a Copa do Mundo mais apagada de todos os tempos. Apesar dos esforços em premiar ruas enfeitadas e feriados para muitos trabalhadores, a poucos dias da estreia da seleção brasileira, a população se mostra apática. E o motivo disso é a crise econômica. Pesquisa do instituto DataFolha, concluiu que 72% da população brasileira acha que a economia piorou desde que Temer assumiu.

Excelência presidiário

A Câmara dos Deputados tem entre os parlamentares um ilustre presidiário. Trata-se do deputado João Rodrigues do PSD de Santa Catarina que, para poder participar das sessões da Câmara, ganhou progressão para o regime semiaberto. Ele cumpre pena de 5 anos de prisão por fraude em licitação para a penitenciária da Papuda, em Brasília.

Cálculo

O Palácio Rio Branco manobrou e conseguiu desfazer a chapinha formada por PMB, PSDC e PDT. O Partido da Mulher Brasileira deixa de estar sob o comando de Alexandre Damasceno e passa para uma pessoa de extrema confiança de Tião Viana. Dessa forma, o PDT acabou isolado na intenção de fazer dois federais. O cálculo é simples: com a costura política, Viana força o PDT a compor o chapão junto com o PT. No fim das contas, é isso o que importa: manobrar para ajudar o PT a não perder vagas no parlamento federal.

Tchê diz que...

O presidente do diretório estadual do PDT diz que vai de “voo solo”. Mas, há quem diga que ele não terá condições de sustentar essa postura. A pressão é grande.

Dois nomes

Com dois nomes fortes para disputar uma vaga na Câmara Federal (Jesus Sérgio e Éber Machado), existe uma tendência de que os dois parlamentares passem a querer ir para o chapão. Em uma chapa própria iriam ter que praticamente bancar a festa inteira sem garantias de eleição. No chapão, ajudam a eleger, mas também podem ser ajudados.

Manobra

Mas, há quem enxergue na manobra paralela uma forma equivocada de se fazer política. “Isso não é forma correta de se fazer política”, diz uma fonte ligada aos nanicos. “Não se confia nos aliados e só querem benefício aos seus”.

Esperto

Luiz Tchê, sem querer puxar a corda na relação com o Palácio Rio Branco, diz pouco sobre o assunto. “Faz parte”, minimiza. “Vamos para a disputa em voo solo”.

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