19 Junho 2018 Written by 

Prefeito de Capixaba, Zé Augusto (PP), está em maus lençóis. A Câmara de Vereadores inteira quer o afastamento do prefeito. Na tarde desta terça-feira, os vereadores foram buscar subsídios para o afastamento no TCE

Arrogância

Se não fossem os milhares de cargos que tem ao seu dispor (falam em 70 mil cargos) o deputado Daniel Zen (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa, jamais conseguiria se reeleger. Mandato apagado e arrogância são as marcas deixadas pelo parlamentar. A ideia corrente nos bastidores políticos é endossada pelos vizinhos de prédio de Zen, que não sabem o que é ouvir um bom dia do vizinho.

Aja

Dê bom dia aos vizinhos, Daniel Zen! O comentário sobre a falta de educação já ultrapassou as paredes do edifício. Aí o povo começa a relembrar a história do “cotôco”... os comentários desairosos proferidos contra os colegas parlamentares no plenário da Assembleia ... e a coisa fica feia! Sobretudo para um candidato.

Usados & usados

Marcio Bittar usa o MDB (partido do presidente Temer), para se eleger, ou o MDB usa o Marcio Bittar para arrecadar dinheiro? Seja como for, os dois se merecem! O MDB usa a pesquisa que aponta Marcio em segundo lugar, para fazer Temer abrir o cofre, embora ninguém encontre votos do Marcio por aí.

Errado

Muitos políticos brincam que a pesquisa que coloca Marcio Bittar em segundo lugar para o senado foi feita no Mato Grosso do Sul, ou, no máximo, no Amazonas. No Acre, é que não foi, afirmam.

Deu ruim

Prefeito de Capixaba, Zé Augusto (PP), está em maus lençóis. A Câmara de Vereadores inteira quer o afastamento do prefeito. Na tarde desta terça-feira, os vereadores foram buscar subsídios para o afastamento no TCE.

Deu ruim II

Em off, um conselheiro explicou para o grupo que não precisa muita coisa para o impeachment. O que eles têm já é prova mais que suficiente. Afinal, 300 vasos sanitários e 600 disjuntores é um número exageradamente alto até para uma unidade de saúde em São Paulo, imagine num posto de saúde de Capixaba.

Deu ruim III

E pensar que a bomba não veio da oposição ao prefeito e sim dos aliados. Quem passou cópias dos documentos foi nada menos que a secretária municipal de Saúde. Empossada pelo prefeito. Isso já deixou de ser fogo amigo para se transformar em campanha de extermínio.

Panos quentes

Ao saber da presença dos vereadores na Capital, o senador Sérgio Petecão correu colocar panos quentes na ferida. Mas, ao saber da gravidade dos fatos, acompanhou os vereadores ao TCE.

Ajoelhados

Base de sustentação do governo foi colocada no lugar, sem chance de reclamar. É que a Casa Rosada achou que a história das ações do frigorífico Dom Porquito estava indo longe demais e exigiu que os deputados aprovassem a matéria. A ordem deixou o líder do governo apavorado. Se não fosse aprovado, seria a cabeça dele que seria colocada a prêmio.

Tensão

A tensão do deputado Daniel Zen era visível. O governo precisava de 13 votos para aprovar a matéria. Alguns parlamentares não queriam se expor, sabendo que a população está contra a doação de R$ 14 milhões em ações do Dom Porquito. Ainda mais porque avaliam que iriam para o sacrifício para garantir a reeleição dos petistas Leila Galvão e Lourival Marques.

Apelou

Com a ausência da deputada Juliana Rodrigues (PRB) e o medo no corpo todo de algum deputado da base de sustentação trair o dono e votar contra, se abster ou se retirar do plenário, o que derrotaria a matéria, o líder do governo mandou arrastarem Heitor Júnior (PODEMOS) para a sessão. Há muito tempo Heitor não aparecia na Casa.

Por trás

Deputados de oposição desconfiam e não fazem segredo disso, que a pressão em cima dos parlamentares da base foi desde promessa de ajuda à ameaça pura e simples. Não se sabe o que prevaleceu, se a "ajuda," em tempos de campanha, ou o medo. O certo é que a matéria foi aprovada raspando. Com os 13 votos que seria o mínimo.

Pavor

A brincadeira do deputado Jonas Lima (PT), que fingiu levantar junto com a oposição, contra a matéria, quase matou os líderes, do governo e do PT, e a deputada Leila Galvão, junto. Dizem que os três foram vistos tomando remédio para o coração, depois da sessão.

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