21 Junho 2018 Written by 

Um empresário acriano deve assumir a administração da fábrica de preservativos Natex. Uma fonte ligada ao Palácio Rio Branco informa que uma reunião entre a atual administração, o empresário, PGE deve pontuar as primeiras definições.

Natex

Um empresário acriano deve assumir a administração da fábrica de preservativos Natex. Uma fonte ligada ao Palácio Rio Branco informa que uma reunião entre a atual administração, o empresário, PGE deve pontuar as primeiras definições.

Natex II

Não se sabe se os 170 funcionários da Natex serão totalmente absorvidos pela provável nova direção. O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri já informou que parte dos funcionários deve ser absorvida no Complexo Industrial Florestal (Fábrica de Tacos).

Cotas

Há um problema de comunicação (ou de má fé) nessa questão das cotas da Dom Porquito. O que o senso comum aposta é na ideia de que o Governo do Acre vai pegar os R$ 14 milhões das cotas e entregar aos 55 agricultores integrados ao empreendimento. Não é isso.

Cotas II

O capital já foi aplicado no empreendimento. O que será feito, na verdade, é a razão se ser do projeto: fazer com que o agricultor associado seja parte efetiva da empresa, inclusive na divisão dos lucros. Dessa forma, os agricultores ganham em duas pontas: na engorda e na possibilidade dos lucros.

Fulanização

A Aleac não entende assim. Aprovou as cotas no sufoco. O entendimento de muitos era que a doação das cotas foi um projeto feito sob encomenda para beneficiar os deputados Leila Galvão e Lourival Marques. É diminuir demais a discussão sobre desenvolvimento regional. É a fulanização do debate.

Foco

O foco das críticas ao Governo deveriam ser outro. Não em relação às cotas aos agricultores. A crítica deveria residir no projeto Dom Porquito em si: qual estudo de viabilidade econômica sustenta o empreendimento? Foi feito? Qual é a lucratividade prevista? Em quanto tempo? Quem disse que produzir porco no Acre é lucrativo?

Por quê?

Por que porco e não outro produto? O que indicou que o governo investisse tanto dinheiro nesse projeto? Produzir porco em estados como Santa Catarina e Minas Gerais (os maiores do país) já é muito complicado. É um produto vulnerável às intempéries do mercado, sobretudo internacional. Se é difícil onde já existe capital instalado, imagine no Acre!

Por quê? II

Essas perguntas motivariam outras críticas ao projeto e à decisão do Governo. Mas, criticar a possibilidade de os agricultores terem parte nos lucros não parece razoável.

Erro

Agora, é bem verdade que se o projeto das cotas não era eleitoreiro e não e não foi feito para beneficiar parlamentar X ou Y, então porque não foi apresentado em outro momento? Justamente agora, com todos já em plena campanha? Nesse ponto, errou o governo e a assessoria política.

Sugestões, críticas e informações O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.



agazeta logotipoAv. Antônio da Rocha Viana, 1.559
Vila Ivonete - Cep. 69.914-610
Rio Branco - Acre
Tel.: (68) 2106-3050
Fax: (68) 2106-3081

Fique Conectado