12 Setembro 2018 Written by 

Está marcada para sexta feira a visita do presidenciável Ciro Gomes (PDT) ao Acre. Ciro chega por volta de 13:00 e, em seguida, se reúne com representantes do setor produtivo- indústria, comércio e agropecuária.

Ciro no Acre

Está marcada para sexta feira a visita do presidenciável Ciro Gomes (PDT) ao Acre. Ciro chega por volta de 13:00 e, em seguida, se reúne com representantes do setor produtivo- indústria, comércio e agropecuária. O mais animado com a visita é o presidente regional do partido, Luiz Tchê, que sabe que pela primeira vez têm chance de eleger um presidente.

Investimento pesado

R$ 2,5 milhões para investir nas candidaturas da filha e da esposa, respectivamente candidatas à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa do Estado. Assim está o cacique do MDB no Juruá, Vagner Sales. A pergunta que não quer calar é: por que tanto investimento em candidaturas? Será que é só o poder, que visam?

Dinheiro vivo

Não se enganem com os apoios que os candidatos a deputado federal ou estadual declaram a este ou aquele candidato ao Senado. O apoio custa caro e ninguém dá de graça. Por isso, os candidatos Ney Amorim (PT) e Minoru Kinpara (REDE) não conseguem essas parcerias com a facilidade dos candidatos adversários.

Liderando

A deputada Juliana Rodrigues (PRB), tão comedida, se transforma em campanha eleitoral. A parlamentar é quem puxa as caminhadas. Vai na frente como uma porta bandeira, animando. Ela gosta tanto de campanha eleitoral que até parece ter rejuvenescido nos últimos dias.

Maldade

Marcus Alexandre (PT) só se lançou nessa aventura de disputar o governo do estado, por “incentivo” do senador Jorge Viana (PT). Marcus está sofrendo o rescaldo do momento político que exige mudança.

Maldade II

Uma liderança petista confidenciou que, por mais que Gladson Cameli (PP) não tenha preparo, a população já decidiu que quer mudança. E mudança nesse caso significa tirar o PT do poder. O crescimento do candidato da oposição comprova a análise, embora certeza só venha quando os votos forem contados.

Evidências

As evidências dessa necessidade de mudança são tão fortes que basta observar que os candidatos da base de sustentação do governo que mais estão se dando bem, são aqueles que de alguma maneira enfrentaram o governo do PT, como o deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS), Jenilson Lópes (PCdoB) e o próprio Ney Amorim (PT).

Evidências II

Os 3 deputados protagonizaram o maior enfrentamento com o governo do estado das últimas legislaturas. O episódio da votação da transformação do Pró Saúde em autarquia foi considerada a “Insurreição da Base de Sustentação”, porque foi protagonizada pelos 3 deputados da base do governo.

Perseguição

Não adianta o candidato ao senado Ney Amorim (PT) afirmar para câmeras ligadas que não sofre perseguição do executivo. Sofre sim. E as evidências não estão apenas nos valores de campanha (R$ 1 milhão a mais para Jorge Viana), nem nas frequentes viagens do governador para o exterior. A ameaça foi proferida via telefone por ocasião da fatídica votação do Pró Saúde diretinho para o ouvido do presidente Ney. Os deputados Raimundinho da Saúde e Jenilson Lópes também estão provando do veneno da vingança governamental.

Refrescar a memória

Para refrescar a memória, basta lembrar que na sessão extraordinária em que votaram a transformação do Pró Saúde em autarquia, contrariando a determinação do governo, o governador ligou para o celular do presidente Ney Amorim para exigir que não colocasse a matéria em votação. Ney não atendeu. O governador, então, ligou para o telefone de Lourival Marques, líder do PT, que colocou sem avisar o telefone no ouvido do presidente Ney Amorim. Apesar dos gritos e ameaças, Ney colocou a matéria em votação e foi aprovada.

Refrescar a memória II

Os três são perseguidos porque tiveram papel decisivo na transformação do Pró-Saúde em autarquia. Raimundinho da Saúde é autor do projeto. Jenilson Lópes se manifestou publicamente a favor, contrariando o governo e Ney Amorim colocou a matéria para votação em plenário, quando o governo exigia que não colocasse. Como presidente do poder, ele poderia colocar ou não.

Sem dormir

O senador Sérgio Petecão (PSD), o melhor colocado nas pesquisas ao Senado, não dorme em serviço. O pessoal dele faz campanha até às 3 horas da madrugada e no dia seguinte, antes das 7, já está na rua. Petecão não confia em sentar sobre os louros. Quer, até o último momento, garantir seus votos.

Peixes

A direção da Peixes da Amazônia comemora os R$ 11,5 milhões resultado de exportação para o Peru. Foram 133 carregamentos que resultaram em 1,4 mil toneladas. O problema é que esse volume é referente a quase dois anos de produção. São R$ 5,75 milhões por ano. É muito? Vale a celebração?

Peixes II

É uma celebração que tem mais uma leitura política do que técnica. O projeto Peixes da Amazônia tem potencial para muito mais. Não executa pelos gargalos comuns a vários outros segmentos do setor produtivo local.

Desafio

O desafio, mesmo para o modesto desempenho da empresa que tem participação do poder público, é avaliar a qualidade de circulação desse recurso na economia regional. Esse recurso ficou concentrado? Circulou? E se o Governo não estivesse empenhado no projeto, a capacidade de que esse recurso ficasse menos concentrado era garantida?

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