19 Setembro 2018 Written by 

Ulysses mostrou ser um arremedo mal cosido de coronel de barranco. Nas democracias, a truculência tem vez. Mas há uma reação. A organização do evento Acre 2050 soube responder com equilíbrio.

PT x PT

O PT não consegue mais esconder a guerra entre os candidatos ao Senado pelo partido. Funcionária da Assembleia Legislativa, apoiadora da candidatura Ney Amorim, foi agredida verbalmente por um assessor de Jorge Viana. O caso foi parar na delegacia e teve até registro de Boletim de Ocorrência.

PT x PT II

Segundo consta, a simpatizante de Ney ouviu, entre palavrões, que todos os que apoiavam Ney iriam ser presos. A confusão foi um dia antes da deflagração da Operação Hefesto e rendeu um pedido de desculpas de um parente do senador Jorge Viana ao candidato Ney Amorim.

Silêncio

Na Assembleia Legislativa, o silêncio dá o tom. A Polícia Federal investiga a possibilidade da festa com o dinheiro da mídia ser bem anterior à atual gestão. Ex-presidentes, coincidentemente todos candidatos, estão acabando com o estoque de rivotril das drogarias de Rio Branco. Só não ousam mandar buscar o calmante em Porto Velho, por medo do esquema ter se estendido ao estado vizinho.

Truculência

Chamou a atenção de todos a truculência do coronel Ulysses (PSL), no evento que tinha a pretensão de apresentar as propostas estratégicas dos candidadtos do Acre para os próximos 30 anos. O encontro reuniu empresários e estudantes na sede da Fieac. Aos gritos, o coronel bradava: “Sou o candidato do Bolsonaro”, como se isso fosse a senha para abrir as portas do céu. Menos coronel, menos.

Caricatura

“Deus, Pátria e Família. Brasil acima de tudo”. Isso dito aos berros teve o tom agressivo, destoando de tudo o que foi proposto e combinado com as assessorias pelo candidato Ulysses. A organização do evento Acre 2050 conversou com todas as assessorias e foi assinado um termo em que todos se prontificavam a apresentar as propostas.

Caricatura II

Ulysses não atendeu ao que se pediu. Mostrou ser um arremedo mal cosido de coronel de barranco. Nas democracias, a truculência tem vez. Mas há uma reação. A organização do evento soube responder de forma equilibrada. O coronel se basta. É uma caricatura mal costurada dele mesmo.

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