Domingo, 26 de Maio de 2019
07 Maio 2019 Written by 

A tolerância parece que explodiu com o anúncio do nome de Henrique Maciel como novo diretor Geral da Polícia Civil, o clima é de desolação

AGORA?

O anúncio do delegado Henrique Maciel como novo diretor Geral da Polícia Civil soou internamente na instituição como uma bomba. Informalmente, as representações de classe ligadas à Polícia Civil execraram a escolha. "Acabaram com a 'nossa' Polícia Civil" foi a frase mais publicável dita por pelos menos três policiais e dois delegados com quem a coluna conversou ontem.

E AGORA? II

O nome de Henrique Maciel, disseram, foi uma senha. "Agora, aquelas demandas das categorias que os sindicatos e associações estavam segurando na unha vão ser liberadas para debate e para a cobrança", asseguraram.

CENÁRIO

O cenário já vinha se arrastando na relação entre o Palácio Rio Branco e as representações de classe da Polícia Civil com a decisão da perda da condição de secretaria de Estado. Mas houve entendimento, apesar de tudo. Mas a tolerância parece que explodiu com o anúncio do nome de Henrique. O clima é de desolação.

CÃO DE GUARDA

O delegado Henrique Maciel é conhecido pela relação direta que seu nome tem ao vice-governador, Wherles Rocha. A fidelidade é direta. E, em dez minutos de conversa, sem que a coluna ainda nem tivesse provocado, eis que vem a fala relacionada ao Guardião. "É ele quem vai ter o controle do Guardião", disse um delegado. A coluna ainda tentou ponderar que há controle do acesso ao programa, as ordens com autorização da Justiça... e a resposta veio curta e irônica. "Ah! Tá. Então, tá".

BINO

A falta de transparência e a pressa da imprensa é uma combinação que sempre prejudica. Inicialmente, veio a informação de que o substituto do Cel. Mário César no comando da PM seria de Douglas Ezequiel. Mas hoje o Palácio Rio Branco anuncia que o novo comandante é Ezequiel Bino. Douglas Thomaz assume o sub-comando.

POR QUÊ?

Uma pergunta que a coluna insiste: qual foi o motivo da retirada de Mário César do comando da corporação? Houve algum desvio de conduta? Houve desvio de função? Casos de corrupção? Não. O que houve foi a cobrança do comando para que se cumprisse o que diz o regulamento no que se refere ao número de horas de trabalho por parte dos policiais militares.

PAGOU 

Mário César parece que pagou por fazer cumprir a regra.

RUÍDOS

Nas representações de classe ligadas à PM, há problemas de ordem estrutural. Como um representante classista opera com quem executa as ações de Governo?

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