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10 Maio 2019 Written by 

O Acre, mais uma vez, feio na foto quando o assunto é saneamento básico, é o 23° no ranking nacional, segundo a ONG Trata Brasil, especializada no assunto

AMEAÇADOS

Secretário-executivo da Associação dos Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes, Júlio Barbosa, denuncia que 450 famílias da Resex estão sendo ameaçadas de expulsão das terras por fazendeiros. Os conflitos de terra são causados por questões de disputadas de limites, delimitação sobre onde começam as fazendas e onde termina a reserva extrativista. É uma novela antiga e que tende a se agravar.

PODE PIORAR

A tendência é que o problema piore. A percepção do Governo Federal de desenvolvimento fundamentada no agronegócio praticamente exclui olhar para o extrativismo seja com o viés econômico ou social. E a miséria volta a rondar a já difícil rotina dos extrativistas. Já houve mortes no Sul do Amazonas no início de abril deste ano. Há problemas no Acre, em projetos de assentamento na região da Linha Cunha Gomes. O cenário não é bom.

ICMBio

Atualmente, quem é responsável por delimitar as áreas das reservas e evitar o conflito é o Instituto Chico Mendes para Biodiversidade (ICMBio). Mas sem pessoal efetivo e um programa específico para dar eficácia aos trabalhos, fica difícil para os atuais servidores evitarem os conflitos. E, assim, o problema vai se arrastando governo após governo.

ÁGUA E ÓLEO

O líder do governo na Aleac, Luiz Tchê, não mede palavras para criticar a Reforma da Previdência. Postura nada harmônica com a do governador Gladson Cameli, defensor da proposta.

UFAC

Como era de se esperar, começa hoje, em um ato na reitoria da Ufac, o movimento dos alunos contra o contingenciamento de 30 das verbas para as universidades e institutos federais. Sem contar os cortes para a educação básica. O que está em xeque é o ensino público como um todo.

23° LUGAR NA FOTO

O Acre, mais uma vez, feio na foto quando o assunto é saneamento básico. É o 23° no ranking nacional, segundo a ONG Trata Brasil, especializada no assunto. O problema não é resultado de decisões da atual gestão. É uma herança. Mas pouco se vê nesses cinco meses de governo um movimento para mudar esse cenário.

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