Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2019
28 Maio 2019 Written by 

Um ring instalado no palco do Teatro Plácido de Castro é uma cena que mostra como está o nível da gestão pública por aqui. Não apenas na produção cultural. Houve um tempo em que o palco do Teatrão era mais seletivo e respeitado

LÓGICA

No Acre, a fraca presença do povo na manifestação de apoio às reformas de Bolsonaro foi uma consequência lógica. A impopularidade da agenda foi (talvez inconscientemente) comprovada. Isso sem contar com o desgaste de cinco meses de administração do capitão cheios de atropelos e equívocos.

PSL ACRIANO

O PSL do Acre fez o que foi possível. O problema é a impopularidade da própria agenda das reformas. Não ajuda na mobilização. Quem participou? Pessoas ligadas ao governo, a algumas igrejas protestantes e alguns parlamentares da situação. Veja bem, leitor: alguns.

GOVERNADOR

Nem a presença do governador no ato deu volume ao evento.

CALAMIDADE

A coluna já havia antecipado ao leitor que esta semana seria complicada para a saúde pública. A renovação da situação de calamidade pública nos serviços de saúde do Estado comprova os problemas herdados e, em certa medida, a falta de jogo de cintura para lidar com adversidades.

GABINETE

O Gabinete Civil precisa entender que há concessões que precisam ser toleradas. Sobretudo no que se refere à Saúde. O secretário Alysson Bestene teima em fazer com que o Gabinete Civil compreenda isso, mas não está fácil. Nem licitações estão sendo feitas no setor. Ou seja: se ninguém atrapalhasse, a partir de agora, a coisa só irá melhorar (sendo otimista) lá por dezembro.

RÉDEA É OUTRA

É preciso que alguém pegue a rédea e se permita fazer uma gestão ficada no resultado. O cidadão já não quer mais saber de "herança maldita".

PEIXES

Será que os empreendedores privados conseguiram mudar o entendimento do governador Gladson Cameli sobre a Peixes da Amazônia? A conferir.

RING

Um ring instalado no palco do Teatro Plácido de Castro é uma cena que mostra como está o nível da gestão pública por aqui. Não apenas na produção cultural. Houve um tempo em que o palco do Teatrão era mais seletivo e respeitado. Apresentar-se ali exigia um certo rito. Jorge Nazaré e Beto Rocha devem estar se revirando. Há problemas que não necessitam de dinheiro para ser resolvidos ou evitados.

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