Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019
13 Agosto 2019 Written by 

Mesmo assim, Bestene achou que a Sesacre continuaria a ser o lugar onde um dia muitos se locupletaram. Gladson, mesmo sem mostrar quem são os integrantes do “cartel”, vai lixando as garras de feras já conhecidas.

O TOM

A secretária de Estado de Saúde, Mônica Feres, aos poucos, encontra o tom de reação às agressões de aliados. Na sessão desta terça (13), foi chamada de “parasita” pelo deputado estadual José Bestene (PP). Feres não titubeou: em duas canetadas, despachou para a Casa Civil dois técnicos indicados pelo deputado na Sesacre.

CAVANDO

Luiz Paulo Morais dos Santos e Almir Fontenele de Araújo já estão à disposição do chefe da Casa Civil, José Ribamar, para os devidos encaminhamentos. Na prática, Bestene, além de não ser nem a sombra do parlamentar que um dia foi, tem conseguido chafurdar no porão que descobriu existir no fundo do poço.

CARTEL

Ao seu jeito, Gladson tem encontrado uma forma de domar a liderança de Bestene que, enquanto pode, não contribuiu para pavimentar a trajetória de Cameli até o Palácio Rio Branco.

VELHOS TEMPOS

Mesmo assim, Bestene achou que a Sesacre continuaria a ser o lugar onde um dia muitos se locupletaram. Gladson, mesmo sem mostrar quem são os integrantes do “cartel”, vai lixando as garras de feras já conhecidas.

ALIÁS

Gladson sabe que muitos dos que estão hoje ao lado dele, sendo fieis de ocasião, já estiveram com o tio Orlei Cameli. Foram pessoas que reforçam as ideias da má gestão pública. Do tipo: "Se colocarem o governo para administrar o deserto do Saara, em cinco anos faltará areia".

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