Quarta-Feira, 11 de Dezembro de 2019
20 Agosto 2019 Written by 

A CPI dos Consignados, embora seja uma proposta do deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB), pode vir a ser presidida pelo comunista Edvaldo Magalhães. Há “costura” sendo realizada.

JORGE VIANA

A condução do processo eleitoral por parte da atual oposição será de Jorge Viana. Nenhuma dúvida quanto a isso. O que se questiona é: em que tom? É visível o esforço do ex-governador de consolidar aquilo que foi a sua marca não apenas como gestor, mas, sobretudo, enquanto parlamentar: a busca pelo equilíbrio; os mea culpa calculados; a tentativa de ser eficaz na gestão pública ou de qualificar a agenda parlamentar. Mas...

MAS...

Mas, Jorge Viana tem alguns desafios a superar. 1º) o mais imediato é o próprio PT. Ainda é grande o desgaste do partido junto à população; 2º) o próprio Jorge: qual a nova metáfora a ser criada? Que imagens serão propostas para convencer o eleitor de que tudo vai ser diferente e precisam ter “as coisas ajeitadas” (para usar a imagem sugerida pelo ex-governador em recente vídeo em rede social).

CONSIGNADOS

CPI dos Consignados, que lida com o velho problema do dinheiro do servidor que fica “preso” nos bancos oficiais, deve ser o destaque desta semana na Aleac. A novela é velha pela omissão e descumprimento da lei por parte de muitas instituições, incluindo governo, bancos e Ministério Público.

CONSIGNADOS II

A novidade é que a CPI dos Consignados, embora seja uma proposta do deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB), pode vir a ser presidida pelo comunista Edvaldo Magalhães. Há “costura” sendo realizada. O cálculo é que Magalhães tem capacidade de articulação política maior, com fôlego para aguentar 60 dias de trabalho em tema tão polêmico e com grande impacto econômico. A conferir.

COMÉRCIO

O comércio agradece. Porque, da forma como está, os bancos acabam servindo como uma espécie de agiotas oficiais e o dinheiro (já raro) não circula no comércio local.

ENSINO SUPERIOR

MEC abre nova frente de polêmica ao rever critérios de distribuição de recursos para universidade federais. Atualmente, a matriz metodológica para divisão dos recursos se fundamenta quase que exclusivamente no tamanho das universidades: quanto mais alunos, mais recursos. O MEC quer mudar isso fundamentado em três critérios: gestão, inovação e empregabilidade. É vespeiro puro!

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