Domingo, 22 de Setembro de 2019
27 Agosto 2019 Written by 

Fonte palaciana indica que Gladson Cameli está marcando uma nova referência na gestão pública do Acre: está conseguindo “se descolar” do secretariado. Como se houvesse uma disputa, como se fossem dois polos.

ACIMA

Fonte palaciana indica que Gladson Cameli está marcando uma nova referência na gestão pública do Acre: está conseguindo “se descolar” do secretariado. Como se houvesse uma disputa, como se fossem dois polos. Há uma suposta pesquisa que aponta que o eleitorado entende que Gladson é uma coisa e que os secretários são outra.

ENTÃO...

Então, parece que o eleitor está referendando os carões que o governador tem dado nos fiscais do Imac; as danças com os robôs; as afirmações sobre carteis na gestão pública sem dizer quem é quem e sem formalizar denúncia. Sem contar que os carões que Gladson tem dado em secretários mostram efeitos “positivos” à imagem do gestor. É uma polarização perigosa.

QUEIMADAS

É preciso tomar cuidado para não cair em cilada quando se fala sobre queimada. Em nenhum momento foi falado que queimada e desmatamento são invenções da gestão de Jair Bolsonaro e Gladson Cameli. Esses problemas não nasceram com eles. Não há como ideologizar esse debate. O que há (e isso o Inpe mostra) é que o desmatamento cresceu em mais de 80% de julho de 2018 comparado a julho de 2019. O que se critica é essa tendência perigosa que um problema que vinha dentro de certo controle.

NO MAIS

E no mais, setembro será como sempre foi por aqui: quente feito o diabo. Governo precisa ter calma e serenidade porque o Acre está em 8º lugar entre os estados do Norte em número de focos de calor. Uma situação bem longe de ser a pior.

ALTERNATIVA

O que tira qualquer perspectiva de otimismo mesmo é perceber que ainda continua concentrada nas mãos de poucos as alternativas ao uso do fogo, ainda caras e demoradas.

CRÍTICA

A crítica que se faz é essa, além, é claro, das posturas nada republicanas tanto do presidente quanto do governador. Os gestos, as falas, o raciocínio que acabam servindo para vulgarizar o debate e consolidar a ideia equivocada que lugar “desenvolvido” é lugar sem árvores, sem floresta. Nunca as gestões públicas acrianas pregaram a contemplação pura e simples da natureza como forma de geração de renda. Isso nunca foi dito. Aliás, foi em anos anteriores ao de Gladson Cameli que o incentivo à lavoura de soja foi concretizado. Ou já nos esquecemos disto?

TALVEZ

Talvez não tenha sido feito no volume que os poucos agricultores com condições de investir no setor gostariam. Aí é outra problema.

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