Itaan Arruda

Itaan Arruda

Bancada federal...

A bancada federal do Acre é tão inexpressiva que, exceto Werles Rocha (PSDB), praticamente não há o que destacar na atuação dos nossos deputados federais. Jessica Sales (PMDB) limita-se a “alocar emendas”. A única representante feminina do estado na Câmara dos Deputados parece que ainda não entendeu a função. Leo de Brito (PT), só aparece em polêmicas (e contraditórias) declarações nas redes sociais. Nada de produtivo.

...inexpressiva

A coluna sempre viu com cautela as críticas ao deputado Sibá Machado (PT), até perceber o quanto o mandato e o Acre ganharam com a saída dele para a Sedens. Moisés Diniz (PCdoB) deu um salto de qualidade ao mandato. Diniz tirou o mandato do altar e calçou as sandálias da humildade. Coisa impensável para, o vaidoso e prepotente, Sibá. A troca foi articulada pelo governador Tião Viana (PT) e comprova a sagacidade do chefe do executivo acreano.

Falsa meiga

Funcionários da vice-governadora Nazaré Araújo, ficam indignados quando veem alguma menção a delicadeza dela. Dizem que não é preciso muito para fazer aqueles belos olhos verdes faiscarem de raiva. Dizem outras coisas também, mas, a coluna só vai publicar quando enviarem a prometida gravação.

Imoral

Aumento da tarifa de ônibus nesse momento é imoral. Aumento para R$ 4,10 é absurdamente imoral. Prefeito sancionar a imoralidade, não tem preço nem adjetivo além de monstruoso. Os trabalhadores estão sem aumento salarial e sem perspectiva de aumento, em contrapartida, o custo de vida não cessa de subir. Não levar em conta essa situação é suicídio político.

Imoral II

Se o prefeito Marcus Alexandre (PT), sancionar o aumento (e pelo que ouvimos vai mesmo sancionar), entrará para o lado negativo da história do transporte coletivo na capital, onde o grande e imbatível ícone é Iolanda Fleming, que peitou os empresários, extinguiu o monopólio e abriu para outras empresas.

Imoral III

A coluna entretanto, não acredita que Marcus Alexandre sancione o aumento para R$ 4,10. Toda a experiência política aponta para a velha jogada, previamente acertada com os empresários- combinam em R$ 3,80, e acertam pedir R$ 4,10. Assim o prefeito concede o aumento e ainda aparece como o herói que conseguiu baixar o preço pretendido. Como dizem nas redações: “Pôdi”.

Teorias...

Morte do ministro Teori Zavascki alimenta teorias da conspiração e serve de propaganda política a torto e a direito. Os apoiadores do governo Temer, por exemplo, atribuem o acidente à obra do PT que estaria tentando acabar com a Lava Jato, da qual, Teori era o relator. Esquecem os incautos que o PT já foi investigado de cabo a rabo e que a delação de Marcelo Odebrecht, que seria homologada agora por Zavascki, não incrimina Lula ou Dilma, mas sim Temer e Cia.

...da conspiração

Michel Temer (PMDB), é citado 43 vezes na primeira das 77 delações da Odebrecht. Quem teria interesse em parar a Lava Jato, nesse momento? Mesmo que seja escolhido um novo relator imediatamente, todo o processo deverá atrasar a operação por pelo menos 4 ou 5 meses.

De arrepiar

Francisco Zavascki, filho do ministro Teori, postou no Facebook dizendo que temia que algo acontecesse com o pai dele. O post foi publicado no ano passado... Paralelo a isso, na internet circula que as informações técnicas sobre o avião que caiu no mar com o ministro do STF, foram acessadas 1.885 vezes nos últimos 16 dias.

Finalização

Para os adeptos da teoria do golpe político, os mentores do golpe deram asas ao PMDB de Temer, para cortá-las em seguida. Seguindo essa corrente, Temer assumiria para fazer mudanças e em seguida seria apeado do poder. A insistência das redes de comunicação em promover o nome da ministra Carmen Lúcia, presidente do STF e o post do ex ministro Joaquim Barbosa dizendo que em função da (possibilidade de assassinato) morte de Teori Zavascki Carmen Lúcia deveria pedir intervenção no governo Temer, levam a pensar...

Reação

Contra essa corrente, os apoiadores do governo Temer sugerem que ele indique o juiz Sérgio Moro para ocupar a vaga deixada por Teori Zavascki. Entendem esses, que seria uma forma de garantir que os partidos que foram protegidos das investigações da Lava Jato jamais serão atingidos. A manobra garantiria que Temer ficaria no poder até 2018. É a chamada guerra pela governabilidade.

190117-esporte-coluna-gazetaesportivaAnálise de Senildo Melo sobre os times regionais

 

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