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Clima é de “alívio calculado” no Atlético

Acesso garantido, mas o que se quer é o título

Se, para a torcida, o domingo do dia 13 de agosto não vai sair da memória, imagine para os jogadores do Atlético! O time entrou em campo com a vantagem do empate, e não é que o jogo terminou assim?!

Por ironia, os gols que fizeram o placar ficar em um a um, apareceram no início e no fim da partida. Quem marcou pelo Galo foi Rafael e pelo São José, do Rio Grande do Sul, foi Flávio Torres.

“Pra gente que entra lá, achar um gol logo no início do jogo é sempre importante, que dá mais tranquilidade. Foi o que aconteceu. Achamos o gol, conseguimos manter o ritmo. No final do jogo, acabamos tomando um gol, mas o jogo já estava no fim. Mas, graças a Deus, deu tudo certo e conseguimos a classificação”, comemora Rafael.

O sorriso fácil no rosto dos meninos do Atlético não faltou ao primeiro treino após a vaga garantida na série C. Para o atacante Eduardo, o hoje virou um misto de emoções, afinal ele também é um dos artilheiros da série D, com 9 gols.

“Fico feliz por estar brigando por essa artilharia e ontem a gente ter conseguido o acesso tão importante para o Estado e o futebol. Hoje todo mundo vive esse momento feliz e a gente só tem a agradecer por tudo que foi feito aqui, os dirigentes, o professor e a toda nossa equipe que se doou bastante pra gente poder comemorar esse acesso”, afirma Eduardo.

A ficha está caindo aos poucos. É difícil conter a emoção e não se confundir, após tanto tempo na série D.

“É muito gratificante isso, um trabalho desde o início do ano na luta, na fé na raça e ontem ver o estádio lotado e ver o estádio daquele jeito não tem coisa melhor, e chegar na segunda feira saber que estamos na série C, D, isso é muito gratificante”, diz Psica.

O gol do capitão do time, Diego na casa do adversário foi de suma importância para garantir a vantagem no jogo de volta. Neste domingo ele contou com a torcida azul e também com a família que foi munida de muita fé, pra empurrar o time.

Diego revela que não foi fácil fechar os olhos e pegar no sono, afinal a ficha ainda estava caindo. “A gente sabe que foi muito importante pra gente, pra história do Atlético, pra nossa história de jogador. Algo inédito não só pro Atlético, como para o futebol acreano e muito bom. Difícil de dormir, mas a gente consegue”, disse.

Como em tudo no esporte, os desafios não param. O Atlético ainda segue na briga pelo título na série D.

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