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Sub20 estreia no Estádio Florestão sem torcedor

Competição é vitrine para revelar talentos

O Acreano Sub 20 começou nesta terça-feira, dia do trabalhador. A estreia no Florestão foi marcada por pouco público, mas por muita emoção dos jogadores que sonham em trilhar uma vida no futebol. Controlar essa euforia pode ser o segredo para uma carreira de sucesso.

Em campo, jovens jogadores que se apresentam não só para o time e a torcida, mas também, para possíveis oportunidades maiores. E eles correm com tudo atrás do resultado. Afinal, no futebol, gol é o que importa.

O Acreano Sub 20 2018 também é importante para quem sonha em participar da Copa São Paulo de Juniores. Então é uma vitrine de atletas. Os pais, familiares e amigos são a torcida mais fiel no momento, e também viram técnicos na hora de empurrar os jogadores.

Na estreia da competição, quatro partidas previstas, mas apenas três aconteceram. No jogo entre Rio Branco e Alto Acre, o time do interior faltou e o Estrelão sub 20 venceu por w.o. Também jogaram Atlético e Vasco e a última partida foi entre Humaitá e Andirá.

O São Francisco estreou fazendo bonito. Venceu o Galvez com placar de 4 a 2. Para o técnico do imperador juvenil, faltou humildade e isso comprometeu o desempenho da equipe.

Para os meninos do São Francisco, a emoção de contribuir com um placar cheio de gols, é indescritível.

"Foi bem disputado, o jogo começou bem pegado no primeiro tempo, eles empataram, mas nosso time teve cabeça no lugar pra fazer três, quatro e segurar o resultado", disse Davi, autor de um dos quatro marcados.

"Começamos agora no campeonato e poder estrear contra o Galvez com um gol", comemorou o atacante Emerson.

Franklin, por exemplo, marcou 2 dos 4 gols do São Francisco e não continha a alegria. "Vim trabalhando aí semana toda pesado e é assim, chegar fazer dois gols e sair com a vitória pra equipe", disse Franklin.

Para o técnico da equipe, Janjito, estrear com vitória é a coroação do que foi trabalhado nos gramados do clube. "A gente já tem a vantagem de ter uma base formada, um grupo que já vem jogando e isso fez com que a gente ganhasse. No primeiro tempo foi empate, mas no segundo tempo, em virtude do entrosamento o time deles conseguiu sentir e nós saímos com vitória elástica", disse.

A partida contra o Galvez foi marcada por muitas faltas. Característica da competição. A euforia faz a disputa ser mais acirrada que o normal e pode se tornar perigosa. Muitos jogadores saem machucados. E como lamentou o técnico do Galvez, controlar o emocional pode ser a receita para o resultado de sucesso.
Experiente no assunto, Janjito explica que é preciso apoiar, ensinar, mas sem descuidar da disciplina.

"No futebol cada categoria tem sua peculiaridade. O sub-20, chegando a idade adulta é mais difícil. São garotos que pensam, sonham, tem alguns mais exaltados. A gente tem que estar sempre puxando pra não deixar aquilo aumentar e de uma jogada virar violência. A gente faz estilo de pai e educador de futebol", comentou Janjito.

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