Professor tem projeto aprovado pelo CNPq

O professor do Centro Multidisciplinar (CMult) do campus Floresta da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Cruzeiro do Sul, Elizio Frade Junior, teve projeto aprovado, recentemente, na Chamada Universal-2016 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Divulgada em janeiro de 2017, a lista contempla 4.587 projetos, totalizando R$ 188 milhões em investimento.

Idealizado no campus Floresta, o projeto aprovado foi desenvolvido durante o doutorado do professor na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo. Tem como objetivo avaliar a dinâmica temporal dos atributos químicos, biológicos e emissões de gases de efeito estufa em área de corte e queima na floresta amazônica ocidental no Estado de Rondônia.

“O projeto foi bem aceito e desenvolvido com recursos da minha bolsa e com apoio do professor do laboratório. Com esse aporte, vem reconhecer a proposta que trabalho na Esalq, agora com apoio do CNPq”, explicou Frade Junior. “É um reconhecimento profissional enorme.”

Os recursos disponibilizados para os projetos foram divididos em três faixas, com valores de até R$ 30 mil na faixa A, até R$ 60 mil na faixa B e até R$ 120 mil para a faixa C. O projeto do professor da Ufac consta na faixa C e contará com R$ 85.397,40 para verba de custeio.

Segundo o professor, que é responsável pelo laboratório de pesquisa em Solos e Nutrição de Plantas do campus Floresta, a aprovação do projeto e o aporte financeiro representam uma grande conquista. “Nossa equipe de pesquisa poderá repor custeios, além de viabilizar novas ações e análises laboratoriais para qualificação da pesquisa e produtos.”

A equipe do projeto é formada por pesquisadores das instituições brasileiras Unesp, USP, Cena, Inpe, Ifro e Embrapa-RO. Também participam do projeto instituições internacionais, como Universidade de Washington, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, Universidade do Estado do Colorado, Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (França), entre outras.

Frade Junior ressaltou que o aporte financeiro permite uma qualificação ainda maior da pesquisa desenvolvida. “Em uma fase de crise financeira, conseguir aprovar um projeto dessa magnitude tem uma importância multidisciplinar”, disse.

O professor, que há quase quatro anos está afastado para o doutorado, acredita que o investimento da instituição em qualificação do servidor reflete na qualificação do ensino, da pesquisa e em desenvolvimento tecnológico do Acre e da Amazônia.

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