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Atentados prejudicam a rotina do rio-branquense

Policiamento com e sem farda em ônibus

A nova sequência de atentados incendiários a ônibus mudou mais uma vez a rotina de quem depende do transporte coletivo em Rio Branco. O saldo foi de sete ônibus atacados, sendo cinco consumidos totalmente pelo fogo, durante a noite de terça feira (14) e a manhã desta quarta-feira (15), os motoristas se recusaram a sair para trabalhar, exigindo segurança.

Até que as primeiras soluções eram definidas, a vendedora de castanhas Tatiana da Silva aguardava o coletivo chegar no ponto de ônibus. Ela é acostumada a iniciar a rotina de vendas no centro às 6:30 da manhã e, por conta do atraso do coletivo, nesta quarta-feira, teve menos tempo pra oferecer seus produtos. "Cheguei 9 horas daí vamos ensacar e que horas vai começar a vender? 11 horas. Prejuízo hoje", reclama.

A estudante Marclícia Menezes se sentiu prejudicada com o tempo de espera e a ameaça de não chegar em casa na noite de terça-feira. "Ontem esperei mais de meia hora pra sair. Por que simplesmente não quiseram sair. Tão certos em querer segurança mas também prejudicam", disse.

Segundo o Sindicol, sindicato das empresas do transporte coletivo, o prejuízo com ônibus incendiados é superior a R $ 1 milhão. Para inibir novos ataques o policiamento foi reforçado principalmente a noite com vigilância nas ruas e em locais vulneráveis, como por exemplo, as paradas finais dos ônibus, além é claro do policiamento a paisana dentro dos coletivos.

Até o helicóptero João Donato foi acionado para compor a frente de combate aos criminosos.

Dentro do terminal veículos ficaram estacionados durante o dia, prontos a atender qualquer pedido de apoio dos motoristas. A noite o policiamento extra da de 60 homens da Polícia Militar também contou com os veículos para fazer a segurança dos coletivos.

Ainda durante o dia, viaturas passavam pelo Terminal e por vias importantes da capital. Mesmo vendo todo aparato, a estudante Poliana Gomes afirma que só vai sair a noite em último caso. "Eu prefiro ficar em casa. Sair só na parte da tarde. Por que a gente tem que ter consciência de que sair na rua tá perigoso", disse.

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