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Traficantes faziam circuito reverso: Sudeste/Norte

Para qual facção iriam as 18 pistolas apreendidas?

A Secretaria de Estado de Polícia Civil vai investigar o caso das duas acrianas presas com 18 pistolas 9 milímetros, que tinha como destino a Capital, Rio Branco. As prisões de Ana Paula da Silva, 28, e Bruna Mirela da Silva Ferreira, 31, aconteceram nesse domingo (10) na cidade de Pontes e Lacerda no Mato Grosso. Além das pistolas, a dupla trazia 400 munições.

A Polícia Civil quer saber para quem seria entregue o armamento. O primeiro passo é saber que elas integravam alguma organização criminosa. As duas mulheres embarcaram em São Paulo no ônibus da empresa Eucatur que faz o itinerário direto para Rio Branco. Durante uma vistoria de rotina, os policiais encontraram o armamento.

A secretaria de Estado de Segurança Pública sabia que mulheres eram contratadas por traficantes para trazer maconha do Mato Grosso, que, geralmente, era vendida e trocada por cocaína em Rio Branco. Mas, armas de grosso calibre foi uma novidade e serviu para acender a luz de alerta sobre o poder de fogo das facções criminosas.

Para o secretário de Estado de Polícia Civil, Carlos Portela, não existe dúvida de que as armas seriam de alguma organização criminosa. As mulheres foram pagas apenas para trazer o armamento e as munições. “Essa compra deve ter sido feita no Paraguai e, via São Paulo, chegaria ao Acre. Graças a esse trabalho da Polícia Rodoviária Federal se conseguiu impedir vários crimes”, relatou.

O secretário de Estado de Polícia Civil levantou uma questão que acredita ser essencial: o Governo Federal precisa investir mais na fiscalização das BR’s. “Se houvesse mais policiais e estrutura nas rodovias, o tráfico de drogas e armas não seriam tão forte”, acredita.

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