Quarta-Feira, 17 de Julho de 2019
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Polícia

Monitora da Zona Azul acusa policial de tê-la agredido

Ele teria dado mata-leão e tapa no rosto da jovem

Na manhã desta quinta-feira (7) foi registrado no centro de Rio Branco um caso de agressão a uma monitora da Zona Azul. Bastante abalada, a jovem não quis falar com a imprensa.

Cleiciane da Silva trabalha com a vítima e disse ter presenciado a agressão. Ela contou que a outra monitora teria tentado notificar um veículo, mas o condutor que estava dentro do carro teria saído e agredido a trabalhadora. “Ele saiu de dentro do carro e disse que era policial, e que ele não ia pagar, porque era policial e ela ia ter que se virar pra tirar àquele papel do carro dele. No momento que ela virou as costas ele puxou pelo braço dela, pegou no cabelo dela, enrolou e fez aquele procedimento de quando pega vagabundo que põe debaixo do braço, aí deu uma mãozada na cara dela.”

Ainda segundo as testemunhas, depois de afastado da monitora por pessoas que estavam próximas, ele teria se identificado como sendo um policial.

O produtor rural Janis Barbosa, que passava pelo local, viu o momento em que o homem identificado apenas como Demóstenes teria, inclusive, mostrado a arma que carregava. “eu passei ao lado dos dois no momento em que ele estava exigindo que ela retirasse o boleto do carro dele. Eu passei e quando eu estava de costas eu escutei o grito dela. Ele já estava com o cabelo dela enrolado nas mãos, ele arrastou a pobre da menina. Foi quando chegou um monte de populares, a turma do deixa disso falou com ele, mas falou que era policial e quando foi pro carro e mostrou a arma.”

Na Delegacia de Flagrantes, o advogado do agressor não quis falar sobre o assunto, mas adiantou que o cliente já teria negado qualquer tipo de agressão à moça. Já o gerente da empresa em que a jovem trabalha, garantiu que o caso não vai ser deixado de lado. “Nada justifica a agressão física. O que a empresa tem feito é dar todo o apoio necessário tanto jurídico quanto apoio psicológico, pra tentar amenizar a situação. Mas uma coisa é fato, a agressão física é inaceitável,” declarou o gerente da empresa Ângelo Máximo.

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