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Aleac ensina como a rotina do trabalho pode ser inclusiva

Parlamento mostra por que investe em servidores especiais

Celeni Vieira tem 32 anos de idade e 16 nos olhos. Eles não se aquietam e parecem sempre dispostos a sorrir quando alguém chega à recepção da Assembleia Legislativa do Acre. “Eu falo com o pessoal. ‘Olá! Bom dia! Seja bem vindo à Aleac...’”, explica a recepcionista especial do Legislativo Acriano.

A mão frenética passeia com o mouse por um mundo digital no computador em que ela aprendeu a manusear com intimidade ali mesmo, durante as seis horas diárias de segunda a sexta-feira.

Por trás do balcão que não consegue lhe cobrir a simpatia, Celeni solta uma frase que soaria falsa na boca de muita gente. Mas, na dela, vem carregada de verdade. “Trabalho com muito amor”. É a frase que todo gestor responsável por alguma parte da administração pública sonha em ouvir.

“Para mim, é motivo de muita alegria, poder, como presidente ser a pessoa que, pela primeira vez na história da Assembleia Legislativa do Acre, contratou esses jovens especiais para fazer parte dos quadros da Aleac e prestar um serviço de qualidade como eles vêm fazendo”, orgulhou-se o presidente da Aleac, Ney Amorim, autor do projeto que deu ao Legislativo a possibilidade de tratar a politica de inclusão ao alcance de todos.

De todos os cargos comissionados que tem a Casa, 2% podem ser formados por servidores especiais. É a porcentagem mais inclusiva entre os legislativos. Somadas às ações na área de Educação, a Aleac é classificada como um dos parlamentos mais inclusivos do país, com oferta de mais de três mil vagas de pós-graduação.

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