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PNAD aponta estagnação da geração de emprego local

46 mil desempregados: menor que trimestre anterior

Um comércio tão comum nos semáforos de Rio Branco pode ser o melhor medidor da pesquisa divulgada nessa sexta-feira pelo IBGE sobre o desemprego no Acre.

A PNAD contínua, que mede o índice de ocupação a cada três meses, mostra que houve uma estagnação na criação de novos postos de trabalho no Estado. Setores como Construção Civil, Indústria e Comércio estão mantendo as mesmas estimativas do trimestre anterior que representam os meses de abril, maio e junho.

Nos índices gerais, há um apontamento para uma redução no desemprego. Das 340 mil pessoas em idade para trabalhar e que precisam do emprego 13,5% ou 46 mil pessoas estão desempregadas no Acre. O trimestre anterior eram 50 mil.

Só que essas 4 mil pessoas, que saíram da lista de desocupados, podem ter partido para o mercado informal, diz a chefe da pesquisa no Acre Lara Esteves. Ela explica que para o IBGE a pessoa acima de 14 anos está na idade para trabalhar.

No Acre, existe um universo de 605 mil pessoas, no entanto, apenas 340 mil estão na força de trabalho. “O restante são adolescentes que só estudam e donas de casa que não estão com trabalho. Mas, a crise faz com que essas pessoas busquem uma renda, aumentando a lista do desemprego e do mercado informal”, ressaltou Lara.

Na área de ocupação, a pesquisa do IBGE apontou que aumentou em 47% o número de trabalhador familiar auxiliar. Esse tipo de ocupação se dá da seguinte forma: um filho ou outro parente vai ajudar na venda de rua por exemplo. Ele não tem carteira assinada e não está diretamente ligado ao mercado informal, ajuda por uma pequena quantidade de dinheiro.

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