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Câmara contabiliza o pós-eleição: novas acomodações

Dos seis vereadores que se candidataram, dois se elegeram

Dos 17 vereadores de Rio Branco, seis foram candidatos nessa eleição. Apenas dois conseguiram se eleger. O presidente da Mesa Diretora, Manoel Marcos (PRB), em janeiro, assume uma cadeira de deputado federal. Assim que soube do resultado das urnas viajou e não vai aparecer na câmara essa semana.

A vaga deixada por Manoel Marcos na Câmara vai trazer uma disputa jurídica. A suplência está com Sandra Asfury, quem em 2016 era filiada ao PSC na coligação com PRB de Manoel Marcos.

Nessa eleição, foi candidata por outro partido. Por isso, para os suplentes, ela estaria fora do páreo já que a vaga pertence à coligação da qual ela não faz mais parte. Só que os próximos suplentes: Laércio da Farmácia e Francisco Piaba também mudaram de partido e só quem ficou foi Anderson Filho que, por sinal, é filho do ex-deputado federal José Alex.

Mas essa briga pela suplência ganha um parênteses. Se na época da mudança os partidos deram uma carta de liberação, significa dizer que não houve empecilho para mudança, consequentemente o acordo feito na época, no caso, com a coligação, continua valendo. Seguindo essa linha, a vaga pertenceria a Sandra Asfury que foi candidata à deputada estadual nessa eleição.

Nessa briga, vai valer o argumento jurídico mais forte. Com a palavra, a Justiça Eleitoral. O segundo vereador eleito foi Roberto Duarte do MDB. Ele vai assumir uma vaga como deputado estadual e em seu lugar vem o suplente, João Marcus Luz também do MDB.

Durante esses quase dois anos de mandato como vereador, Roberto Duarte foi o mais duro opositor à prefeitura. Agora será situação na Assembleia Legislativa, mas já avisou que não vai mudar de postura. “Fui eleito para defender as demandas da população. Não posso me afastar disso. Meu mandato está à disposição das pessoas que mais precisam e não é porque estou apoiando o governo que não brigarei pelo direito delas”, garantiu.

Da lista dos 4 vereadores que saíram derrotados nas urnas, o mais tranquilo é N. lima. Ele era candidato a deputado federal. Não conseguiu a vaga, mas, o filho dele, Wendhy Lima, foi reeleito deputado estadual.

Já para o vereador Raílson Fernandes a derrota foi dupla. O parlamentar não conseguiu a vaga de deputado federal e o irmão dele, Raimundinho da Saúde, não se reelegeu.

Célio Gadelha, do PSDB, não conseguiu uma cadeira de deputado estadual. Assim como o petista Jackson Ramos. Para os derrotados e o restante dos vereadores, é hora de pensar nas eleições de 2020.

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