Política

Acrianos respondem pesquisa sobre governo de Gladson

Maioria aponta governo como “regular”

A pesquisa Realtime Big Data quis saber como os acrianos avaliam o novo governador e a gestão pública do Estado.

À pergunta “como está o governo de Gladson Cameli?”, 9% responderam que está “ótimo”. 28% disseram que esta “bom”. 36% afirmaram que o governo está “regular”. 12% avaliam que o governo de Gladson está “ruim” e 13% “péssimo”. Não souberam ou não responderam 2%.

“você acha que a saúde melhorou, piorou ou ficou igual?”. Para 20%, a saúde melhorou. 52% sentiram que a saúde “permaneceu igual”. “piorou” para 25%. Não souberam ou não responderam 3% dos entrevistados.

A pesquisa Realtime Big Data também verificou a impressão do acriano em relação à educação. 32% acharam que a educação melhorou. 46% avaliam que “permaneceu igual”. 19% observaram que a educação piorou. 3% não souberam ou não responderam.

Geração de emprego também foi outro tema abordado na pesquisa Realtime Big Data. 29% sentiram que a geração de emprego melhorou na gestão de Gladson Cameli. Para 37% permaneceu igual. E 30% acham que piorou. 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Segurança pública na gestão do atual governador também foi avaliada. 21% entendem que as ações de governo melhoraram nessa área. Metade dos entrevistados entendeu que permaneceu igual. E para 27% dos eleitores, a segurança piorou. Não souberam ou não responderam 2% dos entrevistados.

Foi feita a seguinte pergunta para o eleitor de Gladson Cameli: “se a eleição fosse hoje, você mudaria o seu voto para governador?”

13% dos entrevistados disseram que “sim” que mudariam o voto, não votariam mais em Gladson Cameli. 82% disseram que “não”, que manteriam o voto no atual governador do acre, Gladson Cameli. 5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A pesquisa também quis saber como está a avaliação do acriano em relação a Jair Bolsonaro no comando da presidência da república.

O presidente teve 15% de “ótimo”. 25% de “bom”. 26% de “regular”. 15% de “ruim”. E 17% de “péssimo”. Não souberam ou não responderam 2% dos entrevistados.