Sobre redes sociais, BBB pessoal e as tretas dos brimos

Queria começar esta coluna com a cena política local, mas ela anda tão contaminada que vou deixar pra sexta e tratar, por enquanto, de algo que  vem me incomodando ultimamente na vida cotidiana: a maneira como algumas pessoas se comportam nas redes sociais e como elas são de verdade.

Sou da turma dos bastidores das redes sociais. Posto pouco e observo muito, uma vez que isso faz parte das minhas atribuições profissionais há mais de 10 anos. Lembrando que não sou social media, muito menos influenciadora digital.  Mas gosto, e muito, das redes, com exceção do Tik Tok, por motivos de falta de paciência.

Pois muito bem.

Assusta-me um pouco a forma midiática como as pessoas tratam seu cotidiano.

Explico.

Vivemos como se fossemos obrigados a prestar contas nas redes de tudo que acontece em nossas vidas. E as pessoas, de sua parte, acham que é nossa obrigação explicar tim-tim-por-tim-tim o que acontece em nossas vidas.

Não. Não somos obrigados. Muito antes, pelo contrário. Em um mundo onde o Grande Irmão está presente na vida de todos nós, em que privacidade é artigo de luxo,  guardar-se um pouco (bastante, de preferência) faz bem à alma , ao espírito e à mente. Nada contra quem se expõe. Nada contra quem divide seu dia-a-dia nos stories e tweets como se estivesse o tempo todo no BBB.

Mas, cada qual com seu cada qual. O que vale pra mim, nem sempre vale pro outro. E a vida continua.

É sobre isso. E tá tudo bem (tá não, mas faz de conta que tá rsrsrsrs). A vida é muito mais que alguns stories de 15 segundos.

Volto na sexta, quando o ambiente político estiver um pouco menos contaminado, para conversar um cadinho com vocês sobre as tretas dos brimos.

Antes de ir, me deixa desejar um bom dia aos netos de  Mohameds que estão dominando a cena e a política acreana. Meninos, não esqueçam que estamos em pleno Ramadã. Pelas barbas do profeta, bora jejuar e comer tâmara pessoal.

Até lá, viva o Líbano que habita no coração de cada descendente em cargo público no Acre, lembrando que há uma distância para muito além das fronteiras geográficas, entre libaneses e habitantes da Faixa de Gaza, se é que vocês me entendem.

Ah, turco é a vovozinha, homem bom vocês sabem quem é.

Fui…

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