La Casa de Papel entra em clima de despedida sem deixar adrenalina de lado

Esse texto contém spoiler, você está por sua conta e risco

Fotos: Reprodução. 

Primeira parte da última temporada de La Casa de Papel estreou na primeira semana desse mês e já deixou o sentimento de despedida entre os fãs. Se na quarta temporada houve a perda de Nairóbi nessa os fãs encontram o sentimento de perda total.

A trama retorna para o assalto ao Banco Central da Espanha e ao encontro do Professor com Sierra, nesse momento eu estava perguntando a Deus quanto tempo demora para um mulher tão grávida como ela entrar em trabalho de parto e pedindo desculpas por nutrir um ódio tão genuíno por uma mulher grávida. La Casa de Papel faz a gente torcer pelos “vilãos”.

O encontro de Sierra com o Professor deixa todos os assaltantes dentro do banco sem ajuda externa e o caos é instalado por completo. Os assaltantes profissionais e adorados são substituídos por amadores desesperados, acuados e assustados.

O diretor da série insiste em flashbacks para que o público conheça melhor a história dos personagens, o que para mim, é uma grande perca de tempo, ou ganho de tempo, visto que dividiram a última temporada em duas partes. A segunda parte chega ao público no dia 3 de dezembro. Por quê??

A série está em explicito clima de despedida, e continua a perder tempo com o insuportável do Arturo, cada momento que ele aparecia na tela eu me revirava de tédio. Ninguém o suporta, foi tarde.

A despedida de Tóquio

“O dia em que eu matei Gandía tudo estava contra mim”, é assim que se inicia o quinto episódio da última temporada da série. Tóquio anuncia que ela mata Gandía, mas como se ela havia levado cinco tiros e mal conseguia se mexer? Sabemos que aquele será seu fim e está explícito que ela vai levar Gandía junto, o assassino de Nairóbi, outro que foi tarde. O fim como heroína justiceira.

A morte de Tóquio é triste, terrivelmente triste para o grupo de assaltantes, mas traz o sentimento de esperança e a necessidade de vingar a companheira que deu sua vida para que os outros escapassem.

Helsinki

Outro personagem que deixa os fãs apreensivos é o doce Helsinki que é atingido por uma estátua de mais de 2 toneladas durante uma explosão. Helsinki fica em estado crítico com risco de perder as pernas e o estado de Estolcomo não ajuda muito, pois ela está enfrentando o trauma de ter se livrado de Arturo para nós.

Todos os personagens estão perdidos nesse momento, lidando com seus traumas e com o fato de estarem correndo grande risco de vida.

Rafel, filho de Berlim

O sentimento presente durante toda a primeira parte da última temporada é “como eles vão conseguir escapar disso?”, não há respostas, não há saída e então surge Rafel, filho de Berlim, ele nos é apresentado em flashbacks e me leva a crer que a resposta para que o grupo de assaltantes consiga escapar daquela situação está nele.

Berlim se despediu dos fãs no final da terceira temporada quando foi baleado, no entanto, os fãs entenderam que tudo foi orquestrado por ele para aquele momento. E mais uma vez, Berlim retorna, orquestrando algo que ainda não entendemos o que e nem o porquê. E isso tem a ver com seu filho, Rafael, uma espécie de gênio hacker da computação e a esperança para que o assalto ao Banco da Espanha termine de uma forma satisfatória aos nossos assaltantes.

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