O Preço do amanhã: Filme que a moeda global é o tempo

Se você gostaria de saber com seria um mundo que tudo fosse comprado com o tempo, conheça esse filme

No mundo em que as pessoas conseguiram bloquear o gene do envelhecimento, e tornar a estimativa de vida até 25 anos, depois pode continuar jovem para sempre, contanto que pague por isso, pois a moeda principal se torna o tempo, fazendo com que os ricos vivam bem mais que os pobres.

O protagonista, que possui o perfil de não aceitar a sociedade que vive, e ter um coração bom para compartilhar seu tempo com outras pessoas, é Will Salas (Justin Timberlake), um homem de classe baixa, que perdeu o pai muito jovem, é falsamente acusado de assassinar um milionário e roubar seus muitos anos de vida, sendo o homem rico tinha dado o tempo que ele tinha para o protagonista, e após isso tirou sua vida. Mas quem é que vai acreditar nisso não é mesmo?

É após esse momento em que a história começa a tomar um rumo mais “políticos”, com Salas descobrindo que o sistema favorece apenas os mais ricos e decide agir como um herói social para toda aquela sociedade oprimida pelo o governo, e assim poder dar esperança os oprimidos.

E não poderia faltar o clichê que a maioria gosta, o qual o protagonista justiceiro e apaixonada pela filha do “cara” mau. Amanda Weys, (Amanda Seyfried), é filha de uns dos homens mais ricos, e que ajuda a manter a desigualdade social, mesmo sendo milionária, não é feliz e nem ao menos concorda com o que o seu pai faz.

Um filme que traz bastantes reflexões sobre o mundo atual que vivemos, e nos permite olhar para o tempo de uma forma que talvez não tenhamos imaginado.

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