Deputado Moisés Diniz (PCdoB) desistiu de concorrer a um cargo eletivo nas próximas eleições. No PCdoB, não teria espaço e em outro partido teria que disputar votos com a companheira Perpétua Almeida.

Desistência

Deputado Moisés Diniz (PCdoB) desistiu de concorrer a um cargo eletivo nas próximas eleições. No PCdoB, não teria espaço e em outro partido teria que disputar votos com a companheira Perpétua Almeida.

Assediado

Moisés Diniz resistiu (até agora) ao assédio do PDT e do PSDB. Mas, não se surpreenda com uma mudança, leitor. Afinal, a sobrevivência política dele pode depender exatamente da coragem de mudar.

Mulheres

A FPA está muito mal em se tratando de mulheres candidatas. A única realmente com expressão é a ex-deputada federal Perpétua Almeida. Tanta mulher nos movimentos sociais e os partidos apostam em dondocas. Depois não sabem por que não elegem. Dondoca é para coluna social não para página política.

Errou

A história do vocalista do A-Ha, principalmente a parte em que ele diz que o taxista ofereceu a esposa, não teria acontecido no Acre. Ela era bem comum em Brasília, mas envolvendo políticos. Cada história cabeluda!

Banho Maria

O PSDB parece mulher de malandro: reclama do governo Temer, ameaça sair, mas, continua dando sustentação. Os tucanos mais jovens até que tentam se libertar, mas a velharada, lá quer saber de Ética ou pressão das ruas? Sabe que nessas plagas reclamação de eleitor se cala com uma nota de R$ 50 e não se fala mais nisso.

Campeão

O deputado Raimundo Angelim (PT) foi considerado pelo Observatório Político, como o parlamentar acreano com o melhor desempenho no quesito municípios. No ítem cuja nota máxima é 50, Angelim recebeu 40.

Em dia

O presidente da Fundação Garibaldi Brasil, Sérgio Carvalho, liga para a coluna pontuando que informação veiculada aqui sobre atrasos nos pagamentos de bandas que tocaram no Carnaval já não procede. Todas estão com pagamento em dia. Feito o registro.

Uma coisa…

Sobre a divulgação do Atlas da Violência 2017, é preciso esclarecer alguns pontos para não se fazer cobranças indevidas. É preciso dizer que o Atlas não é feito pelo Governo do Acre. É feito por economistas do Ipea/USP. Portanto, o recorte de 2005 a 2015 obedece a uma metodologia cuja governabilidade e interferência do Acre são nulas.

… outra coisa

2016, de fato, foi o ano do pico da criminalidade no Acre. Está fora do recorte temporal do Atlas versão 2017. O horror deve vir registrado na próxima edição do estudo. O que não se pode é querer cobrar do governo uma leitura crítica dos números: quando muito, isso é feito internamente. Ler criticamente os dados é função da imprensa. Ponto.

Não adianta

E não adianta gestor público ficar melindrado pelo fato de a imprensa atuar dentro do papel que lhe compete. Qualquer informação equivocada deve ser comunicada ao editor que avalia a situação. Caso haja, de fato, algum erro de informação, refaz-se a matéria, retira-se a matéria, ou se mantém a matéria: tudo dentro da normalidade e civilidade. O que não dá é para gestor público ficar com “mimimi” com este ou aquele jornal; este ou aquele repórter.

Aprendendo

Em recente encontro no Acre, um jornalista convidado pelo Ministério Público acabou dando “umas dicas” aos gestores públicos locais. Alguns que viram as orientações garantem que houve secretários que ficaram constrangidos diante das simulações de entrevistas.

Sugestões, críticas e informações quentinhasdaredacao@gmail.com

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