Marivaldo Melo nega que tenha algum interesse na candidatura a deputado federal. Põe na fatura do senador Petecão, padrinho político de longa data, e diz priorizar a política do banco. Então, tá!

Guloso

Deputado Federal Alan Rick (DEM) queria indicar o superintendente do Banco da Amazônia no Acre. Levou um sonoro “não” do presidente nacional, Marivaldo Melo.

Sequência

Por falar em Marivaldo Melo, ele será candidato a deputado federal pelo PSD, mesmo! E, a lógica é simples: Marivaldo atingiu o topo da carreira, ao chegar à presidência do banco. Seria estranho voltar para a função de superintendente no interior. O jeito é partir para novos voos.

O preço…

E Marivaldo Melo já sente na pele o preço de ser candidato a deputado federal. Em andanças região Norte afora, empresários com o botão do bom senso desligado disparam sem escrúpulos: “Como é que você quer se eleger, se não libera esse financiamento para a minha empresa?”. É um torpedo de lascar!

Então, tá…!

Em conversas de bastidores, Marivaldo Melo nega que tenha algum interesse nessa candidatura. Põe na fatura do senador Petecão, padrinho político de longa data, e diz priorizar a política do banco. Com R$ 4,6 bilhões para aplicar na região toda e R$ 240 milhões no Acre, o camarada não sairia candidato por quê? Então, tá!

Explicações

O senador Gladson Cameli (PP) que ficou famoso no país, por ter tentado impedir que as seis senadoras de oposição ao governo Temer ocupassem a mesa do Senado, no dia da votação da Reforma Trabalhista, sentiu na pele o preço de votar contra a população.

Explicações II

Quando viu que a população estava injuriada com o resultado da votação e ameaçando dar o troco na eleição, desandou a se explicar nas mensagens privadas das redes sociais. Quer dizer, ele não. Os funcionários dele, em nome dele.

Privé

E o senador Sérgio Petecão (PSD) recebeu homenagens dos empresários por ter tido coragem de votar a favor da reforma trabalhista. Foi o primeiro. Mas, todos os acrianos que ajudaram a aprovar a Reforma Trabalhista também vão receber o reconhecimento dos empresários.

Pela ordem

Gladson Cameli (PP), Flaviano Melo e Jéssica Sales (PMDB) e Alan Rick (DEM) também terão seus esforços reconhecidos pelo empresariado.

Pelo povo

A reação “popular” se expressa nos outdoors, espalhados pela cidade com a foto dos parlamentares que aprovaram a reforma trabalhista que aparecem com o carimbo de “traidores”.

Pelo equilíbrio

A reação “popular” é preciso ser relativizada. Trata-se de iniciativa de sindicatos, o que, não significa que não seja uma iniciativa legítima. É legitima e tem lógica. O leitor só não pode entender isso como um jogo maniqueísta (do “bem” contra o “mal”).

Fla x Flu

Esse jogo de “Fla x Flu” em que acabou descambando as discussões sobre Reforma Trabalhista concretiza o já velho embate entre Capital e Trabalho. Não há reforma possível que agrade aos dois lados da balança. Sempre haverá um outdoor a ser feito, por um lado da balança ou por outro.

Rindo

Quem anda rindo à toa é deputado federal Major Rocha, presidente reconduzido do PSDB no estado. O tucano anda muito satisfeito com a acolhida que o PMDB se propôs a dar a Marcio Bittar, depois de tanta relutância. Deporta o encrenqueiro!

Desagregando…

Os bastidores políticos estão em polvorosa com a possibilidade de o PMDB resolver mesmo indicar Marcio Bittar para vice de Gladson. Os demais partidos de oposição, inclusive caciques do PP de Gladson, avaliam que isso seria um tiro mortal, porque Bittar quer o papel principal. Jamais iria se contentar em ser coadjuvante.

… a oposição

Políticos lembram as dificuldades que o governo Edmundo Pinto tinha com seu vice Romildo Magalhães. Cada vez que Edmundo viajava, Romildo assumia o governo e destituía o secretariado de Edmundo. A história ensina.

Como?

Agora, com qual capital político que Bittar quer ser protagonista é que alguns peemedebistas se perguntam. O histórico não é favorável.

Nunca saiu

Sobre o retorno de Marcio Bittar para o PMDB, a deputada Eliane Sinhasique foi enfática: “Márcio saiu do PMDB, mas o PMDB não saiu dele”. Será o tal do hábito do cachimbo?

Chantagem

Pergunta que bate pelo WhatsApp é quando aquele funcionário de um órgão ligado a questões de terras vai se aposentar. O cidadão é conhecido pelas estripulias que fez ao longo da carreira. Resposta da coluna: Não se aposenta tão cedo. Como irá sobreviver sem a grana das chantagens?

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