Quem ajudou a bancar o Carnavale em Brasileia? Partidos de oposição ao Governo do Estado estão indignados e em busca de provas para denunciar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

De banda

Deputado Chagas Romão (PMDB) anda “de lado e olhando para o chão”, envergonhado das denúncias em que o presidente Temer se atolou. Romão, que nunca foi favorável às reformas, tem agora mais um motivo para se envergonhar.

Não sai

Apesar do desconforto, Chagas Romão não sai do “Glorioso”. Diz ele que o PMDB não é o Temer. Portanto, pode ser peemedebista e contra o presidente. O parlamentar segue uma linha mais independente, a exemplo dos senadores Roberto Requião (PMDB/PR) e Kátia Abreu (PMDB/TO), que inclusive fazem campanhas públicas contra as reformas.

Absurdo

Partidos de oposição ao Governo do Estado estão indignados e em busca de provas para denunciar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Eles estão na cola para descobrir a veracidade da informação que circula nos bastidores sobre quem bancou o carnaval fora de época de Brasileia.

Absurdo II

Nas reuniões dos partidos de oposição, o assunto dominante é que a Prefeitura de Brasileia não dispunha de verba para bancar o carnaval ocorrido no último final de semana. Aí, os caciques do PT teriam exigido que a Assembleia Legislativa pagasse.

Cachaça

Acrelândia encontrou sua vocação. A cachaça. Uma fábrica de aguardente está se estabelecendo no município para alegria dos pés inchados. Com a intenção de gerar 35 empregos diretos, os administradores já começaram a plantar cana de açúcar por lá.

Macaxeira

Enquanto isso, Mâncio Lima, vai fazer o festival da Caiçuma, aquela aguardente da macaxeira mascada e cuspida num recipiente, para fermentar e depois embriagar. O festival dos Poyanáwas acontece de 19 a 21 de julho.

Saída

Quem pensou que ia dar “uma rasteira”, na deputada Eliane Sinhasique (PMDB), ao tirar o programa radiofônico dela ‘Alô Meu Povo’ do ar, quebrou a cara. A pequena inovou. Agora bota a boca no microfone pelo Facebook.

Saída II

Em tempos de redes sociais, a mídia tradicional perdeu a força. Fecha ali, abre aqui.

Mais um

A Polícia Federal prendeu o ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos principais assessores do presidente Temer. Geddel está todo enrolado em denúncias de fraudes em créditos da Caixa Econômica, no período em que esteve na vice-presidência do banco.

Bíblico

Dizem que o Temer só lê o Salmo 91, versículo 7: “Mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti”. Isso, explica ele, ficando sozinho no palácio e no governo.

Estranho

Muito estranho esse assassinato do pai do diretor do presídio do Senador Guiomard. A polícia, oficialmente, trata o caso como um assalto. Embora não descarte oficialmente “outras hipóteses”, fica complicado justificar a versão “assalto”, uma vez que a vítima foi morta com cinco tiros (um deles na cabeça) e nada foi levado da residência.

FPA x Gladson

É essa a polarização para 2018. As lideranças da oposição no Acre não aprendem mesmo. Enquanto isso, Marcus Alexandre fica igual coruja: só ouvindo. E o bom matuto sabe que quando uma coruja voa decidida a abarcar a caça, raramente erra o alvo.

… e uma Coca

A coluna aposta “Cem e uma Coca” como o secretário Emylson Farias é um candidato à Câmara Federal. Nesse caso, passa a ser um pouco mais competitivo.

“Não!”

Sobre a possibilidade de o deputado Jesus Sérgio sair do PDT e ir se abancar no PP da Gladson Cameli, o presidente do diretório estadual, ex-deputado estadual Tchê é taxativo. “Não existe essa possibilidade!”

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