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Acre apresenta recuo de -2,8% no setor de serviços, calcula IBGE

Em todo o Brasil, houve crescimento de 5,7%

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou recuo no setor de serviços no Acre no mês de junho em comparação ao mesmo mês do ano passado: -2,8%. Em todo o país, houve crescimento de 5,7%.

O Distrito Federal foi o que registrou maior aumento no país: 18,7%. O recuo do Acre no setor de serviços contrasta com dados do próprio IBGE que apontou que o comércio no Estado foi um dos que mais cresceu.

Os 5,7% de crescimento foi a menor taxa de crescimento registrada na série histórica pelo instituto, iniciada em 2012.

Os Serviços prestados às famílias registraram crescimento de 11,2%, os Serviços de informação e comunicação, de 5,7%, os Serviços profissionais, administrativos e complementares, de 7,3%, Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, de 4,6% e Outros serviços, de 1,2%. Os crescimentos nominais acumulado no ano (7,4%) e acumulado em 12 meses (8,0%) foram os menores da série histórica. Os menores acumulados anteriores foram, respectivamente, em março de 2013 (7,6% no ano) e maio de 2014 (8,2% em 12 meses).

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), primeiro indicador conjuntural mensal que investiga o setor de serviços no país, abrange as atividades do segmento empresarial não financeiro, exceto os setores da saúde, educação, administração pública e aluguel imputado (valor que os proprietários teriam direito de receber se alugassem os imóveis onde moram).

Em junho, Distrito Federal apresenta o maior crescimento (18,7%)

No que concerne aos resultados regionais, os dados revelam que, no mês de junho, as maiores variações ocorreram no Distrito Federal (18,7%), Rio de Janeiro (12,4%) e Goiás (10,2%). As menores taxas positivas de crescimento foram registradas em Minas Gerais (0,7%), Alagoas (1,1%) e Amazonas (1,4%). Apresentaram variações nominais negativas as seguintes Unidades da Federação: Roraima (-7,7%), Amapá (-6,3), Piauí (-4,9%), Espírito Santo (-3,2%), Acre (-2,8%) e Sergipe (-1,6%). Analisando-se a composição absoluta e relativa do índice de serviços por Unidades da Federação, destacam-se São Paulo com 36,8% de contribuição relativa e 2,1 p.p. de contribuição absoluta, seguido do Rio de Janeiro, com 31,5% e 1,8 p.p. e Distrito Federal, com 8,7% e 0,5 p.p.

*Com informações do IBGE

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