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Agrocortex nega fim de operação em Manoel Urbano

Empresa alega que dispensa de mão de obra é sazonal

A diretoria da Agrocortex Florestas do Brasil negou que tenha encerrado as operações no município de Manoel Urbano. Em nota, a empresa reafirma que continua o trabalho de extração de madeira após o inverno amazônico. “É infundada qualquer afirmação no sentido de abandono desse projeto”, promete a diretoria.

A nota assegura ainda que haverá expansão do empreendimento. De acordo com o texto, o Conselho de Administração aprovou investimento de R$ 25 milhões para implantação de uma usina termelétrica movida à biomassa. Sistema semelhante era utilizado pela Laminados Triunfo, em Rio Branco.

A Agrocortex é um projeto viabilizado pela junção de capital de um fundo de investimentos português e de Moacir Eloy Crocetta Batista, empresário com atuação majoritária em Rondônia.

Para o grupo, o Acre foi apenas um detalhe estratégico: a BR-364 era o modal necessário para fazer escoar as pranchas de madeira beneficiadas na Fazenda Novo Macapá, em Manoel Urbano, às margens da estrada. A maior parte da extração dos 190.210 hectares da empresa fica em território amazonense.

O investimento inicial anunciado foi de R$ 100 milhões com expectativa de beneficiar 150 mil metros cúbicos de madeira por ano. Antes de a empresa entrar no mercado regional, o Acre beneficiava 300 mil metros cúbicos.

No pico da safra (junho a setembro), a Agrocortex chegou a gerar diretamente 600 postos de trabalho. Agora, no período da entresafra (novembro a meados de maio), a geração de postos de trabalho diretos varia entre 180 a 200 trabalhadores. As contratações feitas pela empresa são sazonais, garante a diretoria.

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