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ALC’s são mal usadas por empresários, diz Suframa

Benefícios da ZFM e ALC’s precisam ser melhor avaliados

Foi aprovado pelo Senado na última quarta-feira, 16, a emenda à Constituição que prorroga por mais 50 anos a Zona Franca de Manaus. Agora, o projeto que vem sendo discutido desde 2011 depende de sanção presidencial.

De acordo com o coordenador da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) no Acre, João de Deus, essa prorrogação possibilita que mais investimentos sejam atraídos para a região.

Na prática, isso garante uma série de redução em impostos, como: Pis, Confins, ICMS e IPI. “Os investidores que tinham receio em acabar com o benefício agora têm mais segurança para instalar uma empresa ou indústria”, ressaltou.

Estados que fazem parte da Amazônia Ocidental fazem parte da chamada área de livre comércio. No Acre, as cidades de Brasileia, Cruzeiro do Sul e Epitaciolândia compõem a lista.

Apesar de uma série de incentivos fiscais, o coordenador regional destacou que “parte do empresariado não usa benefícios das áreas de livre comércio.” Ele citou que os empresários desconhecem as vantagens que existem para instalação de indústrias.

João de Deus citou o caso de Manaus. Atualmente, mais de 600 fábricas estão na Zona Franca. Para estimular investidores locais, a Suframa realiza palestras e orientações aos empresários sobre os privilégios das áreas de livre comércio.

As declarações do coordenador regional da Suframa foram dadas durante participação ao programa ‘Gazeta Entrevista’ exibido na quinta-feira, 17.

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