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Aulas mal começaram e Ufac pode enfrentar mais uma greve geral

Sintest/AC acredita que as negociações com o governo federal possam avançar

Esta semana marca o início do primeiro semestre letivo na Universidade Federal do Acre. Na aula inaugural, o teatro da instituição ficou cheio de novos estudantes que sonham com uma qualificação profissional.

Muitas vezes, não terminar o curso no tempo certo é uma realidade. Um dos motivos: as greves que ocorrem na instituição. Durante o evento promovido pela reitoria da Ufac, servidores técnicos que decidiram paralisar as atividades há mais de cinquenta dias apresentaram uma carta aberta aos ‘calouros’.

O presidente do Sintest/AC acredita que as negociações com o governo federal possam avançar. “Esperamos que das onze pautas de reivindicações, pelo menos oito sejam contempladas. Em quinze dias teremos uma posição”, afirmou Robson Mendonça.

Outra classe que pode aderir ao movimento grevista é a dos professores. Até o fim do mês, os docentes decidem em assembleia qual o futuro da categoria. Somente no Acre, são mil e trezentos profissionais na ativa e aposentados.

“Estamos discutindo e também trabalhando a mobilização dos docentes em relação a greve”, ressaltou o primeiro secretário da Adufac, Moisés Lobão. Diante de tantas incertezas, quem acabou de entrar na universidade sabe que a saída não vai ser fácil.

“O curso é para acabar em quatro ou cinco anos. Mas com a greve, demora mais. E isso gera problemas para quem passa em concurso e fica impossibilitado de assumir a vaga”, argumentou o estudante Luciano Queiroz.

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