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Bombeiros capturam 598 animais em pouco mais de um mês

Nº de animais peçonhentos aumenta com a cheia do rio

Com cheias de rios e igarapés, principalmente cobras, lagartos e jacarés são facilmente encontrados em vias urbanas, quintais e até dentro de residências. Todo cuidado é pouco nessa época de inverno amazônico. Além disso, é preciso manter a atenção quanto aos animais peçonhentos. O alerta é do Corpo de Bombeiros.

De janeiro a 17 de fevereiro o Corpo de Bombeiros do Acre resgatou ou capturou 598 animais. Desse total, 30 % foram de ocorrências registradas na semana passada, período de uma das maiores enxurradas da história na capital. A maioria doa animais capturados são cobras e jacarés. Mas ainda há ocorrências envolvendo bicho preguiça e animais domésticos como cachorros e gatos.

Em qualquer outra situação semelhante, a orientação é: ligue para o 193.

“Chamar o Corpo de Bombeiros por que nós temos uma técnica específica de captura. Não deixando o animal em ameaça, também preservando a vida de quem nos solicita. Em hipótese alguma matar o animal, se aproximar dele ou estressá-lo ainda mais do que ele já está. A presença do homem próximo ao anima já é uma ameaça pra ele” explica o Major Cláudio Falcão.

As cheias de rios e igarapés também provocam infestação de outros animais peçonhentos, além das cobras. É comum nessa época de inverno amazônico aparecer nas casas aranhas caranguejeiras e escorpiões. É preciso ter cuidado por que esse tipo de animal também busca abrigo em locais difíceis de visualizar.

“As pessoas devem ter muito cuidado por que eles se alojam dentro de calçados, roupas, buscando locais quentinhos. Então é preciso verificar antes de usar o calçado ou a roupa se não há nenhum animal desse tipo dentro por que ele por que se picar vai ter complicação na sua saúde e segurança também”, reforça o major.

É também nesse período onde as águas das enxurradas e cheias de rios se misturam a produção de esgoto. Outro alerta é quanto à urina do rato que também pode estar presente, trazendo o risco da leptospirose, doença infecciosa grave. A orientação é de evitar o contato com a água nessas condições.

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