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Caixas eletrônicos destruídos por explosões não são retirados

Os restos de ferro e plástico servem como atração

Os caixas eletrônicos, ou que sobrou deles, que viraram alvos das quadrilha, continuam nos mesmos locais onde foram explodidos. O Banco do Brasil não retirou os equipamentos danificados e nem reinstalou novos caixas, deixando os clientes sem os serviços. Os restos de ferro e plástico servem como atração para quem vai aos estabelecimentos.
Os locais onde esses caixas estão acondicionados parecem ferro velho. Os equipamentos com as peças penduradas e queimadas ficam expostos.
O primeiro ataque com explosivos foi no ano passado, quando o caixa que fica na Secretaria Estadual de Educação foi destruído. Uma parte do equipamento ainda está no hall da prédio e hoje serve para aficar um cartaz indicando o caixa eletrônico mais próximo.
No supermercado Araújo, um cartaz cobre o buraco deixado pela dinamite, que por sorte falhou e causou estrago a apenas uma máquina. O Banco do Brasil não tirou o equipamento para reclamação dos clientes do supermercado.
O terceiro ataque dos bandidos também foi num supemercado. A história é a mesma, os restos do caixa eletrônico continuam no local, ao lado de outros caixas, de outros bancos, tudo bem próximo de quem vai usar os serviços.
No último caso, que aconteceu na madrugada dessa terça-feira, 25, ainda existe alguma proteção, mas, é só  por enquanto, até terminar a perícia da polícia.
Nos locais onde estão os caixas eletrônicos que ainda não foram visitados pelas quadrilhas, os funcionários, que, não querem aparecer, estão com medo e torcendo para que sejam retirados.
Sempre que os bandidos atacam, quem trabalha nesses locais sofre alguma violência.
A superitendência do Banco do Brasil informou que não existe uma previsão da reinstalação dos caixas eletrônicos. Vai depender da conclusão pericial da polícia federal. Só depois dessa etapa, é que o banco vai analisar se esses locais voltam a contar com caixas eletrônicos.

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