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Casos de malária aumentam 16% no Acre

Mil novos casos da doença somente de janeiro até agora

Com falta de um dos medicamentos para tratamento de malária, governo substitui a medicação e afirma que todos os pacientes serão atendidos. De janeiro até agora, surgiram mil casos a mais da doença, em relação ao mesmo período do ano passado.

O Acre faz parte da região endêmica para malária devido a fatores como: florestas, igarapés, rios e açúdes, que ajudam a proliferar o mosquito causador da doença.

Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Controle de Endemias da Secretaria de Saúde do Estado, 95% dos casos de malária no Acre estão concentrados no Juruá, nos municípios de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves e Mâncio Lima.

Em 2016, foram registrados 34.384 casos da doença, já em 2017 o número de afetados passou para 36.087, ou seja, quase 2 mil casos a mais. Somente de janeiro de 2018 até agora, surgiram mais mil casos de malária no Estado, um aumento de 16%.

Como no ano passado houve aumento de 50% dos casos de malária na região amazônica, um dos tipos de medicamentos para tratamento contra a doença, se esgotou. Mas de acordo com a Secretaria de saúde do Estado, o Ministério da saúde, já apontou o plano B e as unidades de saúde já dispõem de outro tipo de remédio para combater a doença.

“A situação já está sendo regularizada e a população não está desamparada quanto ao tratamento. O tratamento continua sendo disponibilizado através de outro esquema de medicação, mas que tem o mesmo efeito de cura”, afirma Mariliza Carvalho, gerente de endemias.

Os medicamentos para combater a malária são disponibilizados nas Unidades Básicas de Saúde e de acordo com a secretaria são suficientes para atender a demanda que aumentou.

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