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Cavalgada 2017 é marcada pela baixa participação

Poucos cavalos, pouco público: ao menos não teve briga

A abertura da Expoacre 2017 foi marcada pela baixa participação de público. Houve pouca presença de cavaleiros e amazonas também. Ao longo da Via Chico Mendes, tendas e vendedores ambulantes disputavam espaços nas calçadas.

Mas, essa foi a única disputa que houve. Na via propriamente dita ninguém disputou espaço, como tradicionalmente ocorria em anos anteriores entre cavalos, quadricículos, charretes e outros acessórios que tentam sugerir o ambiente rural.

A Via Chico Mendes estava estranhamente vazia. Um ambiente quase constrangedor para uma festa que já reuniu milhares de pessoas. Três pontos positivos da edição deste ano: não houve brigas, os animais foram muito menos maltratados e não se registrou ninguém fazendo necessidades nas calças como em outros anos.

As avaliações sobre a performance deste ano ainda não foram feitas. Mas, algumas situações muito concretas podem ser lembradas: o ambiente de crise econômica, as pessoas sem dinheiro para gastar com o supérfluo, problemas de indefinições dos grupos de comitivas, tudo isso junto pode responder, em parte, pelas imagens desta ensolarada manhã de sábado.

A situação poderia ser aproveitada pela equipe de governo para repensar este evento. Uma proposta que poderia ser analisada pela equipe de organização é transformar a Cavalgada em um evento estritamente rural, com roteiro planejado em fazendas no entorno de Rio Branco.

Seria uma forma de promover vários aspectos das propriedades locais e manter os animais, cavaleiros, amazonas, quadricículos potentes e charmosas charretes no ambiente deles: nas fazendas.

Há outra possibilidade (mais radical, é verdade): simplesmente acabar com a Cavalgada. Os gestores do Governo repetem incansavelmente que a Expoacre é uma “feira de negócios”. Pois então, que os negócios se façam na feira. Os “investidores” das comitivas que criem outros eventos e tragam os caminhões por outros motivos.

Não há registro recente de que a Feapam (uma das maiores feiras agropecuárias do país realizada em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo) mantenha cavalos no meio da rua para abrir o empreendimento.

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