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Consumo de pescados nas escolas será aumentado

Uma em cada três crianças está acima do peso, diz MS

Mais uma vez a alimentação dos estudantes em escolas públicas é pauta. Visando uma alimentação saudável, o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) assinaram um acordo de cooperação com a intenção de ampliar a oferta de peixe na merenda das escolas públicas brasileiras.

Várias escolas públicas e particulares começaram a adequação nas cantinas para a venda de lanches saudáveis. A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou recentemente o projeto que proíbe a venda nesses locais de alimentos calóricos. Salgados, refrigerantes e doces estão fora da lista.

O instrumento prevê a criação de um grupo de trabalho para traçar ações de incentivo ao consumo de pescado como capacitar gestores e nutricionistas envolvidos na alimentação escolar, fortalecer o contato com produtores e fornecedores, além de criar campanhas para o público infantil e juvenil.

O presidente do FNDE, Antônio Corrêa Neto, destacou o valor nutricional do pescado e disse que é preciso discutir também investimentos em infraestrutura para ampliar a presença do alimento nas refeições servidas em escolas.

“Temos que, cada vez mais, divulgar a utilização do pescado na merenda escolar, trabalhar na infraestrutura das escolas e também para os produtores na questão do transporte. Temos que investir na infraestrutura de armazenagem e investir nos cardápios nas escolas para criar refeições com pescado”, disse.

O ministro da Pesca, Marcelo Crivella, admitiu que o pescado ainda tem preço elevado no Brasil, mas se mostrou otimista em relação à queda de preço. Segundo ele, medidas adotadas pelo governo devem contribuir para esse objetivo. “Financiar, desonerar e descomplicar o licenciamento ambiental foram três medidas tomadas pela presidenta Dilma Rousseff com essa finalidade”, disse.

Uma em casa três crianças está acima do peso, diz Ministério da Saúde
Uma em casa três crianças está acima do peso. O excesso de peso entre os pequenos, 5 a 9 anos, foi o que mais chamou a atenção do Ministério da Saúde que durante o último levantamento apontou que 35% dos meninos e 32% das meninas estão acima do peso.

Mais de 500 mil estão em nível grave de obesidade e 36 mil adolescentes estão na mesma situação.

*Com Agência Brasil

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