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Coopeserg realiza manifesto em frente a Justiça do trabalho

A Coopserge gera em torno de R$ 18 milhões anualmente

A cooperativa foi acionada sob a alegação de que os direitos dos trabalhadores não estavam sendo resguardados.

A Cooperativa de Trabalho Autônomo em Serviços Gerais (Coopeserge) realizou na manhã desta terça-feira, 25, um movimento em protesto ao Ministério Público do Trabalho (MPT). A cooperativa foi acionada pelo ministério sob a alegação de que os direitos dos trabalhadores não estavam sendo resguardados.

De acordo com os cooperados, o Ministério do Trabalho tem realizado rotineiras fiscalizações na cooperativa e aplicado autos de infração com base na Consolidação das Leis do Trabalho.

Segundo eles, os órgãos de fiscalização dos direitos dos trabalhadores não estão levando em conta a Lei 12.690 de 19 de outubro de 2012 que regulariza as cooperativas de trabalho.

Enquanto aguardavam o resultado da audiência entre MPT e a direção da cooperativa, marcada para esta manhã, os cooperados exigiam a aplicabilidade da lei 12.690/2012. A próxima audiência está marcada para o dia 21 de maio.

O diretor administrativo da Coopserg, José Roberto, enfatizou a atuação da cooperativa, que no próximo mês de março completa 14 anos de serviços no Acre.

“A Coopeserg gera emprego e renda para diversas famílias que antes não tinham uma perspectiva de trabalho. A única coisa que desejamos é que respeitem o cooperativismo e exigimos a aplicabilidade da Lei 12.690, além do fim do preconceito existente com as cooperativas em licitações publicas, em âmbito federal, estadual e municipal, já que as cooperativas podem participar em qualquer processo licitatório, desde que esteja em conformidade com a Lei”.

No Acre são 33 mil pessoas que trabalham direta ou indiretamente com cooperativismo, sendo que a Coopserge gera em torno de R$ 18 milhões em renda anualmente, sendo que R$ 14 milhões são para pagamentos dos cooperados e outros R$ 2 milhões com pagamento de impostos.

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