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Cresce o número de haitianos adolescentes em abrigo no Acre

Eles chegam em busca dos pais que já conseguiram emprego

Aumenta o número de adolescentes que chegam do Haiti em busca dos pais que já conseguiram emprego no Brasil.

No abrigo, em Rio Branco, é flagrante a imagem de corpos pequenos e franzinos. São crianças e muitos adolescentes que começam a fazer parte da rota dos refugiados que entram pelo Acre.

A Secretaria de Direitos Humanos do Estado começou a monitorar esses jovens. Os adolescentes chegam acompanhados de amigos ou parentes, e, geralmente, vem em busca dos pais que já vieram para o Brasil.

A legislação brasileira proíbe que menores de idade trabalhem, entretanto, há o risco de esses haitianos ficarem inseridos no mercado de trabalho.

Todas as crianças e adolescentes que não cheguem com os pais, só saem de Rio Branco depois que o Juizado da Infância e Juventude os libera.

O secretário de Direitos Humanos, Nilsom Mourão, disse que será cada vez comum a chegada de adolescentes, agora que os muitos haitianos conseguiram empregos. “Eles começaram a trazer a família”, completou.

Por enquanto, apenas um caso de menor de idade que chegou sem acompanhante. O estado foi obrigado a pagar as passagens do jovem e de um acompanhamento até a Ilha da Martinica, próximo ao Haiti. A viagem custou R$ 12 mil. E se outros adolescentes apareceram, sem suas companhias, o Acre vai que mandá-los de volta.

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