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Diretos da pessoa com deficiência são discutidos

Encontro mostrou trabalho de instituições

Nesta sexta-feira (19), entidades civis e governamentais participaram do 1º Seminário Municipal dos direitos da pessoa com deficiência. No encontro, foram apresentadas conquistas e também metas que as entidades pretendem alcançar.

Na abertura do evento, o hino acreano foi executado e interpretado de uma forma diferente. Professores de libras do Centro de apoio ao surdo representaram cada frase da canção de uma forma especial e emocionaram a platéia que acompanhou a apresentação.

O I Seminário municipal dos direitos da pessoa com deficiência, realizado no auditório da Secretaria Estadual de Educação (SEE), apresentou um pouco do trabalho das entidades ligadas a cada necessidade especial e também apresentou as demandas de cada uma delas.
“No domingo, dia 21, é dia nacional de luta da pessoa com deficiência e o nosso conselho que é muito jovem quer divulgar a data e as ações que estão sendo desenvolvidas por nós aqui em Rio Branco”, comentou o presidente do Conselho municipal dos direitos da pessoa com deficiência, Roberto Derze.

Participaram do seminário representantes da Apae e das associações dos autistas, deficientes visuais, ostomizados e das pessoas com deficiência física e múltipla. Cada entidade pôde manifestar suas carências, como por exemplo, a luta encampada pela associação dos ostomizados.

Ostomizado é a pessoa que por alguma razão teve que ser operada para construir um novo caminho para a saída das fezes ou da urina. No Acre as cerca de 150 pessoas que foram beneficiadas pela bolsa de ostomia, precisam agora de um programa de acompanhamento, que ajuda principalmente no aspecto psicológico do paciente. “A maior parte dos casos é em decorrência de câncer. A partir da ostomização você muda esteticamente, principalmente para a mulher e vai viver permanentemente com um bolsa coletora grudada na barriga. Com esse programa de como usar, viver e se adaptar e se conhecer melhor, ajudar a ter mais qualidade de vida”, comentou uma das associadas, Cristina Holanda.

Ao final do Seminário foi construído um documento que reuniu reivindicações de cada entidade e que será entregue às autoridades municipais.

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